Boxer
Tarado do Cara?as
Resposta 2-em-1 para poupar nos "quotes" 
A estatística tem a sua razão de ser e tem a sua aplicabilidade no
dia-a-dia. Disso não há dúvidas, nem sequer para mim.
Aliás, eu trabalho com estatística nas minhas análises, mas são
estatísticas mensuráveis. Desde que as varíáveis e os contadores sejam
bem definidos (convém frisar que sou analista programador), os
resultados estatísticos que obtenho são rigorosos.
Sei que os programas lêem "n" ficheiros, "x" registos de cada ficheiro,
sei quantos registos escrevem, quantos têm erro, quantos são rejeitados,
etc... E isso sem margem de erro virtualmente alguma.
O mesmo não se aplica a um questionário feito a pessoas.
Há demasiada subjectividade em várias áreas: no conhecimento geral
da pessoa sobre os produtos automóveis, no seu entender do que é,
de facto, um problema oriundo da baixa fiabilidade do carro, no que
realmente se passou enquanto o carro esteve na oficina, e por aí
adiante.
Aliás, eu nem precisava de saber o que fosse de estatística para saber
que um inquérito feito a 5, 3000 ou 10 milhões de pessoas dificilmente
traduz a realidade dos factos com exactidão, sendo verdade apenas
que o erro diminui conforme o aumento da amostragem.
Seguindo essa lógica, o erro será nulo para 100% da amostragem,
ou seja, quando a amostragem representa o total dos casos que
queremos analisar. Mas isto apenas é verdade para factos mensuráveis.
Perguntar à pessoa se o carro alguma vez avariou, ou quantas vezes
avariou, ou se "dá problemas" é muito relativo, e a resposta pode
ser mais relativa ainda. É só isso que quero dizer.
A estatística tem a sua razão de ser e tem a sua aplicabilidade no
dia-a-dia. Disso não há dúvidas, nem sequer para mim.
Aliás, eu trabalho com estatística nas minhas análises, mas são
estatísticas mensuráveis. Desde que as varíáveis e os contadores sejam
bem definidos (convém frisar que sou analista programador), os
resultados estatísticos que obtenho são rigorosos.
Sei que os programas lêem "n" ficheiros, "x" registos de cada ficheiro,
sei quantos registos escrevem, quantos têm erro, quantos são rejeitados,
etc... E isso sem margem de erro virtualmente alguma.
O mesmo não se aplica a um questionário feito a pessoas.
Há demasiada subjectividade em várias áreas: no conhecimento geral
da pessoa sobre os produtos automóveis, no seu entender do que é,
de facto, um problema oriundo da baixa fiabilidade do carro, no que
realmente se passou enquanto o carro esteve na oficina, e por aí
adiante.
Aliás, eu nem precisava de saber o que fosse de estatística para saber
que um inquérito feito a 5, 3000 ou 10 milhões de pessoas dificilmente
traduz a realidade dos factos com exactidão, sendo verdade apenas
que o erro diminui conforme o aumento da amostragem.
Seguindo essa lógica, o erro será nulo para 100% da amostragem,
ou seja, quando a amostragem representa o total dos casos que
queremos analisar. Mas isto apenas é verdade para factos mensuráveis.
Perguntar à pessoa se o carro alguma vez avariou, ou quantas vezes
avariou, ou se "dá problemas" é muito relativo, e a resposta pode
ser mais relativa ainda. É só isso que quero dizer.