Havemos de cobrar !!! Devemos cobrar !!!

Phoenix

New member
Vamos cobrar o que se diz., quem o diz e porque o diz.


Vejam lá este artigo.


VÁRIOS MOTIVOS
PARA CENSURA FIRME

1. Ao fim de uma semana de hostilidades, acentuaram-se todas as razões para estar contra esta guerra: o sofrimento está à vista, cresce o caldo de cultura para a reacção antiamericana, designadamente no mundo muçulmano, tornam-se cada dia mais difíceis as condições de solução política e, mesmo do ponto de vista exclusivamente militar, as tropas anglo-americanas enfrentam dificuldades indesmentíveis.

(...)

Nenhum distanciamento crítico, por milimétrico que fosse, ensaiou face à inaceitável aventura imperial da Administração Bush. Continuou entrincheirado numa lógica de subserviência, arrastando o País para as posições mais retrógradas em matéria de política externa e de defesa e em matéria de integração europeia. O Governo só merece a nossa condenação frontal. O Governo está no lado dos que promovem esta guerra, isto é, do lado da injustiça e da ilegalidade.

2. Entretanto, no plano interno,

No Parlamento, respondendo (...), o primeiro-ministro, (...) não alterou uma vírgula à posição de total seguidismo e irresponsabilidade institucional. Nenhum distanciamento crítico, por milimétrico que fosse, ensaiou face à inaceitável aventura imperial da Administração Bush. Continuou entrincheirado numa lógica de subserviência, arrastando o País para as posições mais retrógradas em matéria de política externa e de defesa e em matéria de integração europeia.
agrava-se a crise económica e social. Portugal está em recessão económica, com variações negativas no crescimento do Produto Interno (...) As importações sofreram forte quebra e as exportações abrandaram (dados de Dezembro). O investimento diminui. O número de desempregados inscritos nos centros de emprego não pára de aumentar: (...) . A taxa de inflação homóloga está nos (...) por cento sendo a terceira mais alta da União Europeia. Os salários da Função Pública ou foram congelados ou tiveram aumentos baixíssimos: basta comparar com o andamento da inflação para perceber que haverá uma forte quebra do poder de compra dos trabalhadores.

Longe de combatê-la, a política do Governo agrava a crise económica e mostra insensibilidade social. Também, pois, no plano da política interna, o Governo merece condenação frontal.





Quem escreveu esta critica ao governo !
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

Quem?


Este Sr.

ass.JPG


citação:No Parlamento, respondendo às moções de censura, o primeiro-ministro, Durão Barroso, não alterou uma vírgula à posição de total seguidismo e irresponsabilidade institucional. Nenhum distanciamento crítico, por milimétrico que fosse, ensaiou face à inaceitável aventura imperial da Administração Bush. Continuou entrincheirado numa lógica de subserviência, arrastando o País para as posições mais retrógradas em matéria de política externa e de defesa e em matéria de integração europeia.


O texto completo e sem as partes omissas está aqui
http://www.accaosocialista.net/03/1193_27_03_2003/actualidade_1.html


Pois é, como 3 anos depois as criticas da então oposição podem ser tão "distantes" do actual discurso da bancada socialista, mas contudo na actual governação existem tantas semelhanças com o que então era criticado.

É assim a politica nacional.

[8)] [8]



Dados biográficos do sr.



Ministro dos Assuntos Parlamentares

Augusto Ernesto Santos Silva

Nascido no Porto em 1956
Casado, pai de três filhos

Doutorado em Sociologia, especialidade de Sociologia da Cultura e da Comunicação, pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (1992). Agregado em Ciências Sociais, pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto (1999)

Docente da Faculdade de Economia do Porto, desde 1981, actualmente com a categoria de professor associado com agregação

deputado à Assembleia da República, pelo círculo eleitoral do Porto (desde 2002)

Membro do XIV Governo Constitucional (1999-2002), primeiro como secretário de Estado da Administração Educativa (1999-2000), depois como ministro da Educação (2000-2001) e como ministro da Cultura (2001-2002)

Pró-reitor da Universidade do Porto (1998-1999)

Presidente do conselho científico da Faculdade de Economia do Porto (1998-1999)

Colunista do jornal «Público» (1992-1999, 2002-2005)

Membro do Conselho Nacional de Educação (1996-1999); coordenador do grupo de contacto entre os Ministérios da Educação e da Cultura para a educação e o ensino artísticos (1998-1999); e representante português no Projecto de Educação para a Cidadania Democrática do Conselho da Europa (1997-1999)

Membro do Conselho de Administração da Sociedade Porto 2001 (1999)

Cronista da TSF-Rádio Jornal (1997-1998)

Vogal da Comissão do Livro Branco da Segurança Social (1996-1998)

Colaborador da Página Cultural do «Jornal de Notícias» (1978-1986)

Membro do Partido Socialista (desde 1990), membro da sua Comissão Nacional (desde 1998), da Comissão Política Nacional (desde 2002) e do Secretariado da Federação Distrital do Porto (1997-2000 e 2001-2002) Coordenador do Grupo Parlamentar do PS para as áreas de Cultura, Ciência e Ensino Superior (2002-2005) Director do «Acção Socialista», órgão oficial do PS (2002-2005)

Membro do Conselho Directivo da Fundação José Fontana (desde 2002)

Membro da Assembleia de Freguesia de Nevogilde (1994-1999)

Livros publicados:

* Por uma Política de Ideias em Educação. Intervenções no XIV Governo, 1999-2001, Porto: Edições Asa, 2002, 223 pp.
* Dinâmicas Sociais do nosso Tempo. Uma Perspectiva Sociológica, para Estudantes de Gestão, Porto: Editora da Universidade do Porto, 2002
* Projecto e Circunstância: Culturas Urbanas em Portugal, organização, em colaboração com Carlos Fortuna Porto, Edições Afrontamento, 2002
* Cultura e Desenvolvimento: Estudos sobre a Relação entre Ser e Agir, Oeiras, Celta Editora, 2000
* Públicos para a Cultura, na Cidade do Porto, em colaboração com Felícia Luvumba, Helena Santos e Paula Abreu, Porto, Edições Afrontamento/Câmara Municipal do Porto, 2000
* Parte Devida. Intervenções Públicas, 1992-1998, Porto, Edições Afrontamento, 1999
* De que Vale Ter Poder? Crónicas no Público, 1995-97, Matosinhos, Contemporânea Editora, 1997
* Palavras para um País: Estudos Incompletos sobre o Século XIX Português, Oeiras, Celta Editora, 1997
* Textos Datados, com Motivo e Causa, Matosinhos, Contemporânea Editora/ Jornal Público, 1996
* Tempos Cruzados: um Estudo Interpretativo da Cultura Popular, Porto, Edições Afrontamento, 1994
* Existe uma Cultura Portuguesa?, organização, em colaboração com Vítor Oliveira Jorge, Porto, Edições Afrontamento, 1993
* Educação de Adultos, Educação para o Desenvolvimento, Porto, Edições Asa, 1990, 2ª ed., 2001
* Entre a Razão e o Sentido: Durkheim, Weber e a Teoria das Ciências Sociais, Porto, Afrontamento, 1988, 2ª ed., 1994, 3ª ed., 2001
* Metodologia das Ciências Sociais, organização, em colaboração com José Madureira Pinto, 1986, 12ª ed., 2003



Funções governamentais exercidas


* Desde 2005-03-12
Ministro dos Assuntos Parlamentares do XVII Governo Constitucional

* De 2001-07-03 até 2002-04-06
Ministro da Cultura do XIV Governo Constitucional
* De 2000-09-14 até 2001-07-03
Ministro da Educação do XIV Governo Constitucional
* De 1999-10-28 até 2000-09-14
Secretário de Estado da Administração Educativa do XIV Governo Constitucional
 
Considerando a forma como o Sr. Primeiro Ministro conduziu a ultima entrevista na SIC.

Este tópico e a forma das suas intervenções, demonstra os seus golpes de rins e atalhos que toma para se manter na senda dos holofotes.

Parece-me, politica de show off e de vaguear ao sabor de interesses.
 
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