Corte no orçamento dos Açores e Madeira

pmct

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O Alberto João vai stressar [}:)]

http://dn.sapo.pt/2006/07/20/nacional/governo_corta_verbas_e_abre_guerra_a.html


O grupo de trabalho nomeado pelo Governo para apresentar uma proposta de revisão da Lei das Finanças das Regiões Autónomas (LFR) defende alterações substanciais ao diploma (de 1998) que regulamenta as relações financeiras entre o Estado e as Ilhas, e que será votado em Setembro na Assembleia da República. Em matéria fiscal, o IVA ganha estatuto de receita própria, a exemplo do que já acontecia com o IRS e IRC, o que significa que tanto a Madeira como os Açores só terão direito ao montante arrecadado localmente.

Termina assim o modelo anterior em que o Estado transferia para as regiões, com base na capitação, uma verba resultante da cobrança global do IVA nacional e que, no caso da Madeira, chegou a atingir 260 milhões de euros por ano. Com a nova proposta, Madeira e Açores sofrem, desde logo, uma quebra de 6% devido ao facto de a taxa (máxima) de IVA praticada nas Ilhas ser de 15% contra 21% no Continente.

No caso da Madeira, o IVA "devolvido" anualmente pelo Estado representou mais do dobro da verba atribuída pelo III Quadro Comunitário de Apoio (QCA) - 900 milhões a distribuir por um período de sete anos - sabendo-se que, em termos de apoios da UE, irá sofrer um corte de verbas na ordem dos 500 milhões euros, consequência da saída do Objectivo I (regiões mais pobres) por ter ultrapassado os 75% da média do PIB comunitário. Um PIB "inflacionado em 21 pontos percentuais", por causa da Zona Franca da Madeira.

Outra das propostas do grupo de trabalho coordenado pelo Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, relaciona-se directamente com as transferências do Orçamento do Estado. De acordo com a lei actual, os montantes nunca poderiam ser inferiores aos inscritos no ano anterior. Esta é uma das alínea que desaparece, bem como o automatismo da operação que passa obrigatoriamente a ser corrigida pelo crescimento do PIB nacional. As implicações são claras. Num quadro de recessão económica, as verbas para as ilhas diminuem. Por outro lado, o PIB per capita das regiões vai integrar a fórmula de cálculo, o que terá repercussões negativas nas transferências para a Madeira, razão por que Alberto João Jardim considera que a proposta de revisão da lei é feita "à medida" dos Açores.

Quanto ao ministro das Finanças, não deixou dúvidas sobre os propósitos desta revisão da LFR. "Assegurar que os esforços de consolidação orçamental sejam partilhados pelos vários níveis da administração pública, através da incorporação de regras de consolidação orçamental que reforcem a autonomia e a responsabilidade tributária das regiões autónomas", afirmou Teixeira dos Santos.

Só que chefes dos executivos dos Açores e da Madeira não estão satisfeitos. Carlos César já admitiu que uma proposta da LFR desenhada para "dar menos às regiões autónomas" não terá maioria na Assembleia da República. O presidente do governo dos Açores disse, ainda, que o Governo da República não pode pensar em "poupar" prejudicando as regiões, sob pena de "prestar um mau serviço à coesão nacional".

Segundo Carlos César, no "cômputo geral" o diploma em fase de revisão não poderá traduzir-se numa redução das ajudas do Estado aos Açores e à Madeira, devendo o Governo da República assumir-se, por seu intermédio, como um "agente activo da coesão nacional e do desenvolvimento de ambas as regiões".

César insistiu na importância dos financiamentos da República ao desenvolvimento regional, adiantando, porém, que as transferências do Orçamento de Estado apenas correspondem, em 2005, a 27,8 por cento das receitas totais da Região.

Jardim também está pronto para entrar em choque. A polémica promete aquecer o Verão político.
 
O Alberto vai já disparatar que os cubanos os estão a fud4r

Levam mais dinheiro com muito menos população que por exemplo o concelho de Sintra

Algum dia, alguem tem de aprender a fazer contas e acabar com esta palhaçada
 
O Bailinho da Madeira


O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, está chateado.
Está mesmo muito chateado com a nova Lei das Finanças Regionais que significará um corte nas transferências da Administração Central para o orçamento da região na ordem dos 140 milhões de euros.
Como se não bastasse, o Ministério das Finanças anunciou que haverá «consequências jurídicas e financeiras» para a Região Autónoma da Madeira, devido ao aumento de 150 milhões de euros no endividamento líquido daquela região.
Ainda por cima este gigantesco défice estava habilmente omitido na execução orçamental da região, e só foi descoberto por acaso, depois de uma operação de cessão de créditos levada a cabo por alguns dos grandes credores do Governo Regional, cansados de esperar pelos seus pagamentos.
Não admira, pois, que o inefável Alberto João Jardim esteja mesmo chateado.
E, como toda a gente sabe, quando o Alberto João está chateado, pimba: ou faz um “despacho”, ou faz uma “resolução”.
Desta vez foi um despacho!
E que despachou desta vez este insular e indómito Bokassa?
Despachou nada mais nada menos do que a obrigatoriedade dos serviços do Estado pagarem um renda pela ocupação de edifícios regionais.

Ora bem:
Penso que nem vale a pena aqui falar do peculiar significado que Alberto João Jardim dá ao conceito de «Estado».
Nem vale a pena debruçarmo-nos sobre a racionalidade jurídica, ou até prática, desta iluminada decisão do nosso carnavalesco ilhéu.
Pensemos somente no Orçamento da Região Autónoma da Madeira.
Ora, como toda a gente sabe, a Madeira apresenta nos últimos 30 anos índices de desenvolvimento absolutamente notáveis.
Ele é túneis por todo o lado, auto-estradas sem custos para o utilizador, claro, um pista do aeroporto construída de forma inédita sobre o mar, eu sei lá.
Por isso, nem sequer ficaria bem falar nas transferências que ao longo destas três décadas a Administração Central fez para o orçamento da região.
Porque o dinheiro foi com toda a certeza bem gasto, e impecavelmente gerido pelo Governo Regional da Madeira, pelo seu indómito presidente e por toda aquela simpática gente do PSD que gravita ali à volta.
Sendo assim, e para demonstrar este genialidade gestionária e governativa, que tem o pesado fardo de gerir os destinos da Pérola do Atlântico desde o 25 de Abril, nada melhor do que irmos dar uma pequena olhadela ao «Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2006», aprovado pelo decreto legislativo regional nº 21-A/2005-M de 30 de Dezembro.

Para quem tiver pachorra….
Para quem não tiver, então deixo aqui respigadas, absolutamente ao acaso, claro está, algumas das verbas da despesa deste orçamento para o ano de 2006.

Então aqui vai:

- Festival de poesia do Porto Santo: € 301.338,00

- Restauração de órgãos de igrejas: € 1.534.694,00

- Campanha de imagem: € 9.838.173,00

- Material promocional: € 4.937.262,00

- Festa do fim do ano: € 64.720.184,00

- Promoção de provas automobilísticas: € 4.254.725,00

- Promoção do golfe: € 4.893,008,00

- Subsídios aos clubes de futebol «Marítimo» e «Nacional»: € 21.358.448,00

- Ajudas para as deslocações dos clubes de futebol «Marítimo» e «Nacional»: € 10.157.800,00

- Participação no capital das S.A.D.’s dos clubes de futebol «Marítimo» e «Nacional»: € 87.500,00

- Apoios a outros clubes de futebol: € 21.060.936,00

Total destas pequenas e singelas 11 rubricas: € 143.144.068,00.


Por coincidência, um valor próximo do tal aumento do endividamento líquido da Região Autónoma.</u>

Mas é só coincidência, claro!;)

Não há dúvida: Alberto João Jardim tem muita razão para estar chateado!
Mandem mais dinheiro para a Madeira!

- JÁ!!!! [xx(]
 
"Ajudas para as deslocações dos clubes de futebol «Marítimo» e «Nacional»: € 10.157.800,00 "

Daaaaaaaaaaaaaassssssssssssssseeeeeeeeeeee
 
citação:Originalmente colocada por jcpr

"Ajudas para as deslocações dos clubes de futebol «Marítimo» e «Nacional»: € 10.157.800,00 "

Daaaaaaaaaaaaaassssssssssssssseeeeeeeeeeee

Já para n falar dos subsídios (será q as deslocações não poderiam entrar nos subsídios? o montante seria demasiado pornográfico?) e da participação na SAD. ;)
 
citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris


citação:- Restauração de órgãos de igrejas: € 1.534.694,00

Este item para mim é simplesmente hilariante

Achas? Dentro daqueles itens todos, eu a este chamo "manutenção de património histórico" de peças únicas e valor incalculável, cujo restauro é demorado e oneroso.

Acho muito mais aberrante os quase 10 mil milhões de euros (2 mil milhões de contos) em "Campanha de Imagem", a que eu chamo "Promoção Partidária com Dinheiro do Erário Público"! [xx(][8]
 
E o Jornal oficial do Alberto João não conta?

É impressionante o nº de provas automobilísticas na Madeira. Até o AutoSport publica com alguma regularidade uma data de páginas só para os eventos desportivos automóvel da Ilha.

Para não falar das 3 marinas.

Mas o pior de tudo, é o clientelismo que existe na região. Quem não é FP ou trabalha no Turismo ou numa empresa dependente do Governo Regional.
 
citação:Originalmente colocada por Zur Besonderen Verwendung

Ainda continuam a subsidiar essa colónia bananeira ? Acabem com isso, independencia já !

oferecemos, embrulhamos e ainda vamos entregar a casa de quem ficar com o presente...
 
citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris


citação:- Restauração de órgãos de igrejas: € 1.534.694,00

Este item para mim é simplesmente hilariante
Esse ainda se entende, se for para esse fim, mesmo.

Hilariante mesmo é isto:
- Ajudas para as deslocações dos clubes de futebol</u> «Marítimo» e «Nacional»: € 10.157.800,00
 
citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris

O Bailinho da Madeira


O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, está chateado.
Está mesmo muito chateado com a nova Lei das Finanças Regionais que significará um corte nas transferências da Administração Central para o orçamento da região na ordem dos 140 milhões de euros.
Como se não bastasse, o Ministério das Finanças anunciou que haverá «consequências jurídicas e financeiras» para a Região Autónoma da Madeira, devido ao aumento de 150 milhões de euros no endividamento líquido daquela região.
Ainda por cima este gigantesco défice estava habilmente omitido na execução orçamental da região, e só foi descoberto por acaso, depois de uma operação de cessão de créditos levada a cabo por alguns dos grandes credores do Governo Regional, cansados de esperar pelos seus pagamentos.
Não admira, pois, que o inefável Alberto João Jardim esteja mesmo chateado.
E, como toda a gente sabe, quando o Alberto João está chateado, pimba: ou faz um “despacho”, ou faz uma “resolução”.
Desta vez foi um despacho!
E que despachou desta vez este insular e indómito Bokassa?
Despachou nada mais nada menos do que a obrigatoriedade dos serviços do Estado pagarem um renda pela ocupação de edifícios regionais.

Ora bem:
Penso que nem vale a pena aqui falar do peculiar significado que Alberto João Jardim dá ao conceito de «Estado».
Nem vale a pena debruçarmo-nos sobre a racionalidade jurídica, ou até prática, desta iluminada decisão do nosso carnavalesco ilhéu.
Pensemos somente no Orçamento da Região Autónoma da Madeira.
Ora, como toda a gente sabe, a Madeira apresenta nos últimos 30 anos índices de desenvolvimento absolutamente notáveis.
Ele é túneis por todo o lado, auto-estradas sem custos para o utilizador, claro, um pista do aeroporto construída de forma inédita sobre o mar, eu sei lá.
Por isso, nem sequer ficaria bem falar nas transferências que ao longo destas três décadas a Administração Central fez para o orçamento da região.
Porque o dinheiro foi com toda a certeza bem gasto, e impecavelmente gerido pelo Governo Regional da Madeira, pelo seu indómito presidente e por toda aquela simpática gente do PSD que gravita ali à volta.
Sendo assim, e para demonstrar este genialidade gestionária e governativa, que tem o pesado fardo de gerir os destinos da Pérola do Atlântico desde o 25 de Abril, nada melhor do que irmos dar uma pequena olhadela ao «Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2006», aprovado pelo decreto legislativo regional nº 21-A/2005-M de 30 de Dezembro.

Para quem tiver pachorra….
Para quem não tiver, então deixo aqui respigadas, absolutamente ao acaso, claro está, algumas das verbas da despesa deste orçamento para o ano de 2006.

Então aqui vai:

- Festival de poesia do Porto Santo: € 301.338,00

- Restauração de órgãos de igrejas: € 1.534.694,00

- Campanha de imagem: € 9.838.173,00

- Material promocional: € 4.937.262,00

- Festa do fim do ano: € 64.720.184,00

- Promoção de provas automobilísticas: € 4.254.725,00

- Promoção do golfe: € 4.893,008,00

- Subsídios aos clubes de futebol «Marítimo» e «Nacional»: € 21.358.448,00

- Ajudas para as deslocações dos clubes de futebol «Marítimo» e «Nacional»: € 10.157.800,00

- Participação no capital das S.A.D.’s dos clubes de futebol «Marítimo» e «Nacional»: € 87.500,00

- Apoios a outros clubes de futebol: € 21.060.936,00

Total destas pequenas e singelas 11 rubricas: € 143.144.068,00.


Por coincidência, um valor próximo do tal aumento do endividamento líquido da Região Autónoma.</u>

Mas é só coincidência, claro!;)

Não há dúvida: Alberto João Jardim tem muita razão para estar chateado!
Mandem mais dinheiro para a Madeira!

- JÁ!!!! [xx(]




Bolas, este texto é atirar areia pros olhos.

Dá a entender q foi com dinheiros do estado q se ampliou a pista do aeroporto pro mar e se remodelou a gare. Coitadinhos dos madeirenses se dependessem do estado pra terem um aeroporto em condições, a maior parte do financiamento do aeroporto da Madeira, foi dos fundos de coesão da união europeia.

E se o estado quer cortar na despesa, e já q falo de aeroportos, q dê o exemplo e ponha de parte a OTA. Qto a mim só teriamos a poupar se se fizesse um segundo aeroporto, o da Portela é mto bom pra simplesmente deixar de existir. Não seria certamente a primeira grande cidade do mundo a ter mais q um aeroporto.

[8][8][8][8][8]
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris


citação:- Restauração de órgãos de igrejas: € 1.534.694,00

Este item para mim é simplesmente hilariante
Esse ainda se entende, se for para esse fim, mesmo.

Hilariante mesmo é isto:
- Ajudas para as deslocações dos clubes de futebol</u> «Marítimo» e «Nacional»: € 10.157.800,00


Também sou dos que estou farto de pagar para os Luxos que a Madeira tem e Portugal Continental, nem pensa ter.

Também sou dos que estou farto de aturar a arrogãncia e a falta de educação do Sr. Presidente do Governo Regional da Madeira.

Também sou dos que estou farto de saber que, na Madeira, ao lado do Luxo existe a pobreza extrema.

Também sou dos que não concorda que um Continental para ir á Madeira de avião, pague quase o dobro de um Insular quando vem ao Continente.

Também sou dos que se junto ao côro dos que dizem ... basta, Dr. Jardim !
[B)]




 
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