Aborto: Clínica dos Arcos vai abrir unidade em Lx

citação:Originalmente colocada por Jacare
Enfim é coplexo... pessoalmente sou contra o aborto! Mas quero respeitar e não mandar para a prisão as mulheres que não concordam commigo, com toda a legitimidade que têem nos seus (sérios, ou menos sérios) argumentos.

A isto eu chamo bom senso:).
 
citação:Originalmente colocada por Jacare

Enfim é coplexo... pessoalmente sou contra o aborto! Mas quero respeitar e não mandar para a prisão as mulheres que não concordam commigo, com toda a legitimidade que têem nos seus (sérios, ou menos sérios) argumentos.
Mais uma vez, passados uns anos, mantemos as nossas posições iguais[8D].
É por isso que irei votar, como da ultima vez, pelo SIM.
10 semanas, apesar de ainda ter muito fresco a imagem dos meus filhos nas ecografias.... parece-me.... enfim..... razoável.

Sou contra mas numa fase tão precoce não acho que deva impor a minha posição.

Acredito que se vissem ecos de filhos vossos ou documentários sobre o assunto... jamais aceitariam o aborto.
Mas isso tb deve partir de quem é contra, passar esses valores.
 
citação:Originalmente colocada por Corsa 1200 Sport

citação:Originalmente colocada por michaelreznor
eu só quero é que penses que o que tu 'fazes' não tem consequências só para ti e para a tua parceira.
há um terceiro envolvido, que não tem culpa nenhuma do que te aconteceu.
nenhuma.....

ld

Pois sim... coitadinho.
entao manda para a prisao todas as mulheres que usam DIU, pois a maneira de actuacao faz com que o feto (ja formado... ja um ser humano...na tua opiniao), nao se consiga fixar nas paredes do utero. Sendo assassinado.Todas para a cadeia, JA.

No entanto... sobre as milhares de mulheres que entram todos os anos nos hospitais com complicacoes pos-abortos feitos sem condicoes... nem uma palavra.:)


só por aí mostra que não conheces o funcionamento do DIU.
1º porque não é um feto, é um embrião.
2º ainda não passa de uma célula que ainda se está a dividir.
3º o DIU não é, nem nunca foi, um dos melhores métodos contraceptivos.
4º não compares uma célula com um feto.

ld
 
citação:Originalmente colocada por michaelreznor

citação:Originalmente colocada por lmrsa


Vá, tem calma, não estou a tentar deturpar as tuas palavras. Apenas segui esta linha de raciocínio: parece-me que defendes que o direito à vida, neste caso a vida do feto, terá de ser superior à capacidade de decisão dos pais. Até aqui, estou correcto?
Pois bem, parece-me a mim que, quer o aborto quer a pílula (por exemplo), são métodos de eliminar o resultado natural de uma relação sexual, (salvaguardando-se as diferenças obvias entre os dois).

Nesse caso, e por uma questão de coerência, acho que quem defende o aborto com o argumento da defesa da vida também tem necessariamente de defender a proibição de métodos de contracepção.
Que dizes acerca disto?

Não te chateies, estamos apenas a conversar.

não estou nada chateado, acredita;)
peço desculpa se dei essa idéia.


sim.

são coisas diferentes.
eu defendo, acima de tudo, o direito à escolha.
acho que se uma pessoa se quer suicidar, 'tudo bem'.
acho que se um doente em fase terminal quer recorrer à eutanásia, 'tudo bem'.
porque a vida é de cada um e cada um faz com ela o que bem entender!
do momento em que uma nova vida está em gestação, quem somos nós para decidir o que deve acontecer?
direitos das mulheres?mas, e o direito à vida que cada um tem?

opinam que muitas das vezes o casal ou a mulher não tem condições, etc.
e eu pergunto: é mais correcto 'matar' um bebé antes do nascimento para que ele não sofra ou é mais correcto deixá-lo nascer, ver o que dá, dar-lhe a oportunidade de crescer e ver se gosta de cá estar ou não.
se ele não gostar que acabe com a própria vida!

agora, quem somos nós para decidir o que fazer com a vida de outrem?

'ah e tal mas um gajo protegeu-se e a gravidez foi um acidente'
e se os meus pais tivessem pensado assim e decidissem abortar?
e se eu, tu, todos os forunistas, aqui não estivesse-mos?

quem somos nós para estabelecer um N de abortos que alguém possa fazer? reduz-se uma vida a um simples número?

todos os dias morrem milhares de crianças em todo o mundo.
fome, guerra, doenças...era preferível que elas nunca tivessem nascido?para não sofrerem?mas, e as que não morrem, sobrevivem nas piores condições, cresceram e hoje são pessoas de com uma boa vida?
essas não contam?
e se elas tivessem sido mortas antes do nascimento??


eu pergunto e volto a perguntar: quem somos nós para decidir o que fazer com a vida de outrem?

ld

Quanto à liberdade individual, concordo contigo.

Já relativamente ao resto, e acredita que não é para ofender, parece-me um discurso quase fundamentalista.

Repara que se lermos este teu texto a pensar na contracepção, e não no aborto, o conceito seria o mesmo, ou seja, a contracepção também é uma forma de evitar o nascimento do feto, por isso deve também ser proibida.

“Deve experimentar o mundo, e ser ele a decidir se quer viver ou não”. É teoricamente muito bonito, mas talvez um pouco demagógico demais. Deixo-te uma questão interessante (já sei que não está directamente relacionada, não caiam já em cima disto): se souberes que alguém vai cometer um crime, deves evitá-lo ou deixá-lo cometer o crime e depois castigá-lo?

Quanto à questão de que se os nossos pais pensassem assim não estaríamos aqui, pensa comigo: eu tenho uma irmã, e não 14. Deveriam as outras 13 ter nascido? (não estou a dizer que a minha mãe fez esses abortos, atenção!)
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

JR eu sei que em portugal o aborto é autorizado em 3 situações:

1---mal formação do feto
2--- a mãe estar em perigo por tar gravida
3---por violação

Não me tás a contar novidade nenhuma...

Dizeres que em Espanha é igual em portugal é engraçado no minimo</u>.

Em espanha é feito um aborto com a naturalidade que cá um destista arranca 1 dente.;)

alem disso não tou a fazer nunhuma bandeira ideologica ate nem irei votar em referendo nenhum por causas destas...se fosse uma mulher mais facilmente iria a espanha se precisasse do que as urnas submeter-me a uma falta de coragem do governo:)




ESPANHA</u>
A aprovação da Lei Orgânica 9/1985 de Reforma do Aborto, artigo 417 bis do Código Penal, respondeu à vontade de cumprimento por parte do Governo Socialista da sua oferta no programa eleitoral. O mesmo incluía como um dos seus pontos mais relevantes, dentro do compromisso de mudança para modernizar a sociedade, a modificação do Código Penal, liberalizando o aborto. Assim, existe por primeira vez em Espanha uma Lei de Interrupção Voluntária da gravidez, se exceptuamos a Lei na Generalitat de Catalunya durante o período da II Segunda República (Dezembro de 1936, em plena Guerra Civil Espanhola).
O artigo 417 bis do Código penal fica enunciado da seguinte maneira:

1. Não se punirá o aborto efectuado por um médico ou médica sob a sua direcção, em centros ou estabelecimentos de saúde públicos ou privados, acreditado e com consentimento expresso da mulher grávida, quando surja alguma das seguintes circunstâncias:

1.1. Que seja necessário para evitar um grave perigo para a vida ou para a saúde física ou psíquica da grávida e assim conste num atestado emitido antes da intervenção por um médico ou médica da especialidade correspondente, diferente daquele por quem ou sob cuja direcção se efectuar o aborto. Em caso de urgência por risco vital para a gestante, pode-se prescindir do atestado e do consentimento expresso.
1.2. Que a gravidez seja devida a um facto constitutivo de delito de violação do artigo 429, sempre que o aborto se efectuar dentro das 12 primeiras semanas de gestação e que o mencionado facto tivesse sido denunciado.
1.3. Que se presuma que o feto nascerá com graves deficiências físicas ou psíquicas, sempre que o aborto se efectuar dentro das 22 semanas de gestação e que o atestado, efectuado antes do aborto, seja emitido por dois especialistas do centro ou estabelecimentos de saúde, públicos ou privados, habilitados para este fim, e diferentes daquele por quem ou sob cuja direcção se efectuar o aborto.

2. Nos casos previstos no número anterior, não será punida a conduta da grávida mesmo quando o aborto não se realizar num centro ou estabelecimento público ou privado acreditado ou não se tenham emitido os atestados médicos exigidos.


PORTUGAL</u>

ARTIGO 140º
Exclusão da ilicitude do aborto

1.- Não e punível o aborto efectuado por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida quando, segundo o estado dos conhecimentos e da experiencia da medicina:

a) Constitua o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpor ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;
b) Se mostre indicado para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida,m e seja realizado nas primerias 12 semanas de gravidez;
c) Haja seguros motivos para prever que o nascituro venha a sofrer de forma incurável, de grave doença ou mal formação, e seja realizado nas primerias 16 semanas de gravidez;
d) Haja sérios indicios de que a gravidez resultou de violação da mulher, e seja realizado nas primeiras 12 semanas de gravidez-

2.- A verificação das circunstãncias que excluem a ilicitude do aborto debe ser certificada em atestado médico, escrito e assinado antes da intervenção por médico diferente daquele por quem ou sob cuja direcção, o aborto é realizado.
3.- A verificação da circunstãncia referida na alínea d) do nº 1 depende ainda da existência de participação criminal da violação.

Nephilim, descobre as diferenças;).
 
citação:Originalmente colocada por Corsa 1200 Sport

Originalmente colocada por michaelreznor
eu só quero é que penses que o que tu 'fazes' não tem consequências só para ti e para a tua parceira.
há um terceiro envolvido, que não tem culpa nenhuma do que te aconteceu.
nenhuma.....

ld

Coitadinho do feijãozinho...:D

já agora tb tens pena dos milhoes de espermatozoides mortos?[:I]
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

citação:Originalmente colocada por Corsa 1200 Sport

Originalmente colocada por michaelreznor
eu só quero é que penses que o que tu 'fazes' não tem consequências só para ti e para a tua parceira.
há um terceiro envolvido, que não tem culpa nenhuma do que te aconteceu.
nenhuma.....

ld

Coitadinho do feijãozinho...:D

já agora tb tens pena dos milhoes de espermatozoides mortos?[:I]

és vegetariano?

ld
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por Nephilim

JR eu sei que em portugal o aborto é autorizado em 3 situações:

1---mal formação do feto
2--- a mãe estar em perigo por tar gravida
3---por violação

Não me tás a contar novidade nenhuma...

Dizeres que em Espanha é igual em portugal é engraçado no minimo</u>.

Em espanha é feito um aborto com a naturalidade que cá um destista arranca 1 dente.;)

alem disso não tou a fazer nunhuma bandeira ideologica ate nem irei votar em referendo nenhum por causas destas...se fosse uma mulher mais facilmente iria a espanha se precisasse do que as urnas submeter-me a uma falta de coragem do governo:)




ESPANHA</u>
A aprovação da Lei Orgânica 9/1985 de Reforma do Aborto, artigo 417 bis do Código Penal, respondeu à vontade de cumprimento por parte do Governo Socialista da sua oferta no programa eleitoral. O mesmo incluía como um dos seus pontos mais relevantes, dentro do compromisso de mudança para modernizar a sociedade, a modificação do Código Penal, liberalizando o aborto. Assim, existe por primeira vez em Espanha uma Lei de Interrupção Voluntária da gravidez, se exceptuamos a Lei na Generalitat de Catalunya durante o período da II Segunda República (Dezembro de 1936, em plena Guerra Civil Espanhola).
O artigo 417 bis do Código penal fica enunciado da seguinte maneira:

1. Não se punirá o aborto efectuado por um médico ou médica sob a sua direcção, em centros ou estabelecimentos de saúde públicos ou privados, acreditado e com consentimento expresso da mulher grávida, quando surja alguma das seguintes circunstâncias:

1.1. Que seja necessário para evitar um grave perigo para a vida ou para a saúde física ou psíquica da grávida e assim conste num atestado emitido antes da intervenção por um médico ou médica da especialidade correspondente, diferente daquele por quem ou sob cuja direcção se efectuar o aborto. Em caso de urgência por risco vital para a gestante, pode-se prescindir do atestado e do consentimento expresso.
1.2. Que a gravidez seja devida a um facto constitutivo de delito de violação do artigo 429, sempre que o aborto se efectuar dentro das 12 primeiras semanas de gestação e que o mencionado facto tivesse sido denunciado.
1.3. Que se presuma que o feto nascerá com graves deficiências físicas ou psíquicas, sempre que o aborto se efectuar dentro das 22 semanas de gestação e que o atestado, efectuado antes do aborto, seja emitido por dois especialistas do centro ou estabelecimentos de saúde, públicos ou privados, habilitados para este fim, e diferentes daquele por quem ou sob cuja direcção se efectuar o aborto.

2. Nos casos previstos no número anterior, não será punida a conduta da grávida mesmo quando o aborto não se realizar num centro ou estabelecimento público ou privado acreditado ou não se tenham emitido os atestados médicos exigidos.


PORTUGAL</u>

ARTIGO 140º
Exclusão da ilicitude do aborto

1.- Não e punível o aborto efectuado por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida quando, segundo o estado dos conhecimentos e da experiencia da medicina:

a) Constitua o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpor ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;
b) Se mostre indicado para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida,m e seja realizado nas primerias 12 semanas de gravidez;
c) Haja seguros motivos para prever que o nascituro venha a sofrer de forma incurável, de grave doença ou mal formação, e seja realizado nas primerias 16 semanas de gravidez;
d) Haja sérios indicios de que a gravidez resultou de violação da mulher, e seja realizado nas primeiras 12 semanas de gravidez-

2.- A verificação das circunstãncias que excluem a ilicitude do aborto debe ser certificada em atestado médico, escrito e assinado antes da intervenção por médico diferente daquele por quem ou sob cuja direcção, o aborto é realizado.
3.- A verificação da circunstãncia referida na alínea d) do nº 1 depende ainda da existência de participação criminal da violação.

Nephilim, descobre as diferenças;).




a diferença é esta:

em portugal uma mulher quer abortar vai a uma parteira que clandestinamente lhe faz um aborto clandestino mtas vezes sem as condições necessárias e leva-lhe 400 ou 500euros e ambas se forem apanhadas podem ir a tribunal e até serem condenadas e irem presas.

em Espanha existem clinicas em todo o lado devidamente legalizadas onde uma mulher entra diz que quer fazer o aborto e é feito automaticamente na clinica por pessoal especilizado e com o equipamente necessaário e no final paga uns 400euros e vai para casa legalmente sem andar a fugir á justiça.

Esta é a grande diferença;) o resto é conversa
 
citação:Originalmente colocada por lmrsa

citação:Originalmente colocada por michaelreznor

citação:Originalmente colocada por lmrsa


Vá, tem calma, não estou a tentar deturpar as tuas palavras. Apenas segui esta linha de raciocínio: parece-me que defendes que o direito à vida, neste caso a vida do feto, terá de ser superior à capacidade de decisão dos pais. Até aqui, estou correcto?
Pois bem, parece-me a mim que, quer o aborto quer a pílula (por exemplo), são métodos de eliminar o resultado natural de uma relação sexual, (salvaguardando-se as diferenças obvias entre os dois).

Nesse caso, e por uma questão de coerência, acho que quem defende o aborto com o argumento da defesa da vida também tem necessariamente de defender a proibição de métodos de contracepção.
Que dizes acerca disto?

Não te chateies, estamos apenas a conversar.

não estou nada chateado, acredita;)
peço desculpa se dei essa idéia.


sim.

são coisas diferentes.
eu defendo, acima de tudo, o direito à escolha.
acho que se uma pessoa se quer suicidar, 'tudo bem'.
acho que se um doente em fase terminal quer recorrer à eutanásia, 'tudo bem'.
porque a vida é de cada um e cada um faz com ela o que bem entender!
do momento em que uma nova vida está em gestação, quem somos nós para decidir o que deve acontecer?
direitos das mulheres?mas, e o direito à vida que cada um tem?

opinam que muitas das vezes o casal ou a mulher não tem condições, etc.
e eu pergunto: é mais correcto 'matar' um bebé antes do nascimento para que ele não sofra ou é mais correcto deixá-lo nascer, ver o que dá, dar-lhe a oportunidade de crescer e ver se gosta de cá estar ou não.
se ele não gostar que acabe com a própria vida!

agora, quem somos nós para decidir o que fazer com a vida de outrem?

'ah e tal mas um gajo protegeu-se e a gravidez foi um acidente'
e se os meus pais tivessem pensado assim e decidissem abortar?
e se eu, tu, todos os forunistas, aqui não estivesse-mos?

quem somos nós para estabelecer um N de abortos que alguém possa fazer? reduz-se uma vida a um simples número?

todos os dias morrem milhares de crianças em todo o mundo.
fome, guerra, doenças...era preferível que elas nunca tivessem nascido?para não sofrerem?mas, e as que não morrem, sobrevivem nas piores condições, cresceram e hoje são pessoas de com uma boa vida?
essas não contam?
e se elas tivessem sido mortas antes do nascimento??


eu pergunto e volto a perguntar: quem somos nós para decidir o que fazer com a vida de outrem?

ld

Quanto à liberdade individual, concordo contigo.

Já relativamente ao resto, e acredita que não é para ofender, parece-me um discurso quase fundamentalista.

Repara que se lermos este teu texto a pensar na contracepção, e não no aborto, o conceito seria o mesmo, ou seja, a contracepção também é uma forma de evitar o nascimento do feto, por isso deve também ser proibida.

“Deve experimentar o mundo, e ser ele a decidir se quer viver ou não”. É teoricamente muito bonito, mas talvez um pouco demagógico demais. Deixo-te uma questão interessante (já sei que não está directamente relacionada, não caiam já em cima disto): se souberes que alguém vai cometer um crime, deves evitá-lo ou deixá-lo cometer o crime e depois castigá-lo?
Quanto à questão de que se os nossos pais pensassem assim não estaríamos aqui, pensa comigo: eu tenho uma irmã, e não 14. Deveriam as outras 13 ter nascido? (não estou a dizer que a minha mãe fez esses abortos, atenção!)

são coisas completamente diferentes.

novamente, são coisas diferentes..
uma coisa é o 'podia haver' outra é acabar com o que efectivamente há.
e quando digo 'há' falo de algo minimamente definido.

uma célula em divisão sem nada definido é completamente diferente do 'feijãozinho' (como aqui alguém lhe chama de forma depreciativa).

ld
 
citação:Originalmente colocada por Jacare

citação:Originalmente colocada por PGT_SW

Eu sou completamente contra o aborto depois de o feto ter um codigo genetico definido. Antes disso, abortar é como usar um contraceptivo. É uma questao de saber como se desenrola esse processo reprodutivo.

Tenho uma opnião bastante semelhante à tua.


No entato, este assunto é demasiado polémico com todas as partes a acharem que têem a mais absoluta razão em relação a este tema.

Sou totalmente contra o aborto! Acredito que o ser humano existe numa altura recente à sua concepção (e não a partir do nascimento) quando o seu código genético fica defenido.

Mas acredito tb em muitas outras questões bastante mais complexas que se prendem com o valor da vida. E custa-me dar o mesmo valor de vida humana a um embrião e a uma criança de 2 anos.... é que na realidade não tem a mínima comparação! (como é assumido pelas próprias pessoas com posições anti-aborto)

Enfim é coplexo... pessoalmente sou contra o aborto! Mas quero respeitar e não mandar para a prisão as mulheres que não concordam commigo, com toda a legitimidade que têem nos seus (sérios, ou menos sérios) argumentos.

Se toda a gente tivesse abertura de espírito para pensar de modo tão tolerante como tu, este mundo estaria incomparavelmente melhor…

E já agora, a tua opinião relativamente a este assunto em particular é quase idêntica à minha…
 
"Feijãozinho" é o nome que se dá na giria a uma semente a germinar...

um embrião pode ser equiparado a um "feijãozinho" é bem diferente de um ser vivo automono.
 
a quem disse que:
"quem somos nós para decidir o que fazer com a vida de outrem?"

NOS somos a sociedade que JUNTOS decide ou não, a vida de muita gente.
decidimos:
atravez dos nossos votos quem está no poder,
atravez das nossas compras que empressas crescem ou morrem,
atravez das nossas opniões politicos tomam decisões sobre tudo.
atravez de para quem vão os donativos(ou não)que "necessitados" vão comer , adoecer ou mesmo morrer.
e por ai em adiante, nós sociedade tem que decidir o que quer.
se quer que todas as consepções têm que chegar ao fim excepto o casos já previstos na lei, e quem não comprir é punido ou a lei muda.
porque proibir mas não punir não é nada. é simplesmente estupido.
 
por acaso acho um piadão á politica que um tema destes sugere:(:([8]

a direita é toda contra o aborto pois é um crime tirar a vida a uma "criança" de um tamanho de um feijão e que ainda não nasceu etc..

é um crime barbaro para os partidos de direita e para a igreja...

mas se os estados unidos bombardearem o iraque ou outro país e matarem centenas de crianças (nascidas)já não é nada barbaro mas sim uma coisa normalissima etc...[8][8][8][8]

politiquices da treta...[8][8]

já agora alguem me é capaz de explicar como se eu tivesse 4 anos pk o pessoal de direita por norma(ou quase todo) é contra a lei do aborto?
 
citação:Originalmente colocada por michaelreznor


só por aí mostra que não conheces o funcionamento do DIU.
1º porque não é um feto, é um embrião.
2º ainda não passa de uma célula que ainda se está a dividir.
3º o DIU não é, nem nunca foi, um dos melhores métodos contraceptivos.
4º não compares uma célula com um feto.

ld

entao e as mulheres que vao continuando a entrar nos hospitais com complicacoes pos-parto?

E simplicando as coisas... Porque aqui acho que somos todos contra o aborto. Achas que uma mulher deva ir para a cadeia por fazer isso?
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

por acaso acho um piadão á politica que um tema destes sugere:(:([8]

a direita é toda contra o aborto pois é um crime tirar a vida a uma "criança" de um tamanho de um feijão e que ainda não nasceu etc..

é um crime barbaro para os partidos de direita e para a igreja...

mas se os estados unidos bombardearem o iraque ou outro país e matarem centenas de crianças (nascidas)já não é nada barbaro mas sim uma coisa normalissima etc...[8][8][8][8]

politiquices da treta...[8][8]

já agora alguem me é capaz de explicar como se eu tivesse 4 anos pk o pessoal de direita por norma(ou quase todo) é contra a lei do aborto?

Por regra, o pessoal de direita, tipo o PP, são é um partido cristão, um pouco naquela do, Deus Familia e trabalho, e tal como a igreja, são conservadores nesses valores morais.

Depois do Psd para já é mais dividido porque deixa de ser direira e passa a ser centro, e do lado oposto, está a esquerda, socialmente mais liberal, que por regra é a favor.

Quando à questão do Iraque e outras, são encaradas como um meio, mal necessário, e não como o fim.

Penso que é +/- isto.
 
citação:Originalmente colocada por Corsa 1200 Sport

citação:Originalmente colocada por michaelreznor


só por aí mostra que não conheces o funcionamento do DIU.
1º porque não é um feto, é um embrião.
2º ainda não passa de uma célula que ainda se está a dividir.
3º o DIU não é, nem nunca foi, um dos melhores métodos contraceptivos.
4º não compares uma célula com um feto.

ld

entao e as mulheres que vao continuando a entrar nos hospitais com complicacoes pos-parto?
E simplicando as coisas... Porque aqui acho que somos todos contra o aborto. Achas que uma mulher deva ir para a cadeia por fazer isso?

pós-parto ou pós aborto mal feito?

não sei se a cadeia será a melhor solução..eu só acho que não devia ficar impune...
e aí tem que entrar o governo.
arranjar e melhorar os centros de acolhimento.
criar centros de apoio a mulheres com gravidezes indesejadas..
desenvolver métodos e sítios onde se possa deixar um bebé não desejado.
facilitar a adopção.
modificar a estrutura social para que os bebés possam passar de uns pais para outros com o mínimo de burocracia.
de uma maneira geral, conceder o máximo de facilidades a quem está grávida mas não quer ficar com o bebé.

uma coisa é certa: muitas das mães, depois de verem os filhos, não os iriam querer dar para adopção.

há tanta gente que sofre por não poder ter um filho que não percebo com há quem esteja disposto a destruir um privilégio tão grande (o maior que temos na vida dirão alguns)...

ld
 
citação:Originalmente colocada por lmrsa

Sabes daqui a uns tempos vais ser bué maltrado (espero bem que não), vai aparecer aí um basofe na esquina que te vai partir os ossinhos todos do corpo, vais ficar muuuuiito tempo todo moído numa cama e, eventualmente, poderás um dia recuperar... ou não! Por isso vou mesmo agora esmagar-te a cabeça, desfazer o teu corpo, aspirar tudo muito bem aspiradinho e deitar-te num caixote de resíduos orgânicos, para te livrar a um possível e hipotético sofrimento futuro. Pode ser???

Não me parece que a pílula contraceptiva seja, de modo algum, abortiva pois actua na fase pré-conceptiva. De qualquer maneira, e se queres saber a minha opinião, também sou contra apenas e tão só porque considero um certo "ataque químico" às mulheres (da mesma maneira que só recorro aos produtos farmaceuticos "normais" mesmo em último caso), mas se elas, por opção própria, decidem tomá-la, não me repugna de sobremaneira.

Acho que não percebeste o que quis dizer: pela tua lógica, e uma vez que todos podemos morrer a qualquer momento de acidente, nunca devíamos sequer ter nascido. Eu não estava a ser tão radical, apenas estava a falar nos casos em que não existem as condições mínimas para criar essa criança. Nesses casos, será que não seria melhor o aborto? Ou não teria sido melhor se tivessem usado métodos de contracepção?

A minha opinião não é a de liberalizar totalmente o aborto, tornando-o banal. Mas, em certos casos, e desde que feito até determinado estado de evolução do feto, este pode ser uma solução globalmente melhor do que a sua proibição cega.

Relativamente ao teu segundo paragrafo, então só tens relações sexuais para procriação, ou pelo menos, sempre que as tens estás consciente que podem resultar num nascimento?

Repara, se responderes que sim, respeito totalmente a tua opção. Peço-te é que respeites a minha.

[/quote]

Ambos sabemos que a vida não é uma linha estável. No momento da concepção a mãe até pode não ter condições para formar uma família, mas nunca se sabe se essas condições vão aparecer ou não. Neste momento pode-se dizer que vivo relativamente bem, mas daqui a uns mesitos posso estar na miséria. Tudo é possível! Quem não tem condições, acho muito bem que tenha cuidado, mas que não mate uma criança depois de ela já estar feita.

Repara que eu disse que, desde que fosse da perfeita vontade da mulher, o uso da pílula contraceptiva não me repugnava. De qq maneira prefiro pensar que, de uma relação sexual pode resultar um nascimento... o que nem sequer é verdade porque a mulher não é fértil durante todos os dias do mês ;)
E, já agora, é claro que respeito a tua opinião, mas não me sinto minimamente obrigado a aceitá-la ou a expressar também a minha! E não é a mim que tu vês a desrespeitar os outros... ao contrário de certas pessoas que, se alguém não alinha pelo mesmo diapasão, rotulam logo de antiquado, retrógrado, mentacapto, neo-fascista, pró-clericalista, etc.....
 
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