O problema desta coisa é que há famílias muito anteriores a fundação da nacionalidade, mas só depois desta começam a ser elaborados registos.
Por exemplo, a maioria dos nomes com origem toponímicas, aparecem em força por volta de 1496 data do decreto que prevê a expulsão dos Judeus e Muçulmanos de Portugal sendo a única alternativa para evitá-la a conversão ao cristianismo.
Nessa data aparecem nomes como Josué e Abecasis, Duarte e Formoso, havendo nomes que mantém a mesma grafologia pq já nem os proprietários lhe conhecem a origem ou o significado, exemplo disso são nomes como Reis, de origem Árabe ou Silva de origem Romana.
Há nomes muito antigos em Portugal, nomes que por causa das especificidades da língua se mantiveram praticamente inalteráveis, nomes de origem Ibérica ou Celta, exemplos disso são nomes como Coelho ou Raposo de origem Ibérica e nomes de origem Celta como Nogueira, Ramos ou Pinheiro.