Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Estudaste economia? Eu também, mas um de nós está um bocado esquecido e olha que não sou eu...[citação:Originalmente colocada por J.R.
...Não compliques.
Este indice limita-se a indicar-nos a desigualdade da distribuição de renda.
Só. Mais nada.
Meteste colherada...
Não nos dá nada do que se produz vs o que se recebe.
E se achaste que sim num primeiro momento... a lista ordenada dos países devia-te ter tocado o alarme[].
citação:Originalmente colocada por Nthor
citação:Originalmente colocada por André
(...)Depois, lá aparece o Nthor, que, às vezes, ainda consegue fugir à tentação de dizer que isto tudo é uma grande conspiração desses seres extra-terrestres, os políticos, que querem subjugar o povo pobre e humilde que se farta de trabalhar.
A falta de argumentos credíveis recorres a este tipo de linguagem.
Não sei que idade tens, mas devias ter mais cuidado com o que escreves sobre as outras pessoas, é que os tribunais podem funcionar mal, mas ainda funcionam e todos temos direito ao nosso bom nome.
Pois...[xx(]citação:Originalmente colocada por DêCêIi
...Pé Leve, esses casos já prescreveram...
Sim, de facto!citação:Originalmente colocada por zerorpm
citação:Originalmente colocada por Nthor
citação:Originalmente colocada por André
(...)Depois, lá aparece o Nthor, que, às vezes, ainda consegue fugir à tentação de dizer que isto tudo é uma grande conspiração desses seres extra-terrestres, os políticos, que querem subjugar o povo pobre e humilde que se farta de trabalhar.
A falta de argumentos credíveis recorres a este tipo de linguagem.
Não sei que idade tens, mas devias ter mais cuidado com o que escreves sobre as outras pessoas, é que os tribunais podem funcionar mal, mas ainda funcionam e todos temos direito ao nosso bom nome.
Nthor, o André está na brincadeira... E o que ele afirmou não configura o crime de difamação.
Não faço ideia, pois não estive cá a essa hora!citação:Originalmente colocada por Phoenix
Uma questão somente.
Eu preumo que tinha colocado aqui um post pelas 16.30 mas não está por cá.
Existiu alguma falha ou foi do meu PC ?
Agradeço a quem me possa escalarecer.
citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Não faço ideia, pois não estive cá a essa hora!citação:Originalmente colocada por Phoenix
Uma questão somente.
Eu preumo que tinha colocado aqui um post pelas 16.30 mas não está por cá.
Existiu alguma falha ou foi do meu PC ?
Agradeço a quem me possa escalarecer.
citação:Originalmente colocada por J.R.
Eu acho incrivel 12 paginas a dizer o mesmo.
Se perguntares o mesmo aos empresários, por exemplo, vais ver as respostas...citação:O que eu acho mal é em Portugal todo o FP achar que é um herói.
Mais uma generalização com base no desconhecimento... Típico!...[citação:Empregados para a vida, enfrentam adversidades e tudo com a 4 classe. Espectaculo....uns verdadeiros herois......
Bem, então vê lá se não faz sentido: Enquanto for essa mentalidade estamos mal. Eu a ir para privada, ou ser empresário, é para ser o melhor. Não é para ter o status de herói na sociedade. E acrescentaria, é para aplicar bem os subsídios, declarar ao fisco e tentar ser o melhor na minha área produtiva...[citação:Enquanto for essa mentalidade estamos mal. Eu a ir para FP é para ser o melhor. Não e para ter o status de heroi na sociedade.
Desculpa lá a sinceridade, mas é precisamente esse sentimento sobranceiro e quase monárquico sobre a plebe função pública que vos fica mal...citação:Mas um dia a FP ha-de melhorar em Portugal e ter como objectivo servir os cidadãos e nao o bem estar próprio à custa da pobreza dos outros.
Cóf, cóf![]()
citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris
Sobre alegações de privilégios
Apesar de ser um assunto recorrente e, eventualmente, enfadonho, não posso deixar de manifestar a minha repulsa pelos comentários grosseiros, sistemáticos e, frequentemente injustos, relativamente aos funcionários públicos, criticados por todos quantos não o são, mas que, provavelmente, já tentaram entrar para a Função Pública.
Sou professor há quase 32 anos, carregando três estigmas que gente menos bem formada, infelizmente muita, rotula pessoas na minha situação: 1º - sou “retornado” de Moçambique, donde parti em Agosto de 1976; 2º- sou funcionário público ; 3º- sou professor! Um mal nunca vem só…
Aceito sem rodeios que muitos serviços públicos são péssimos; aceito que existam funcionários a mais para as necessidades do país ; aceito que se critique, com maior ou menor contundência o que está, de facto, errado; aceito que sejam dadas sugestões que contribuam para melhorar a malfadada Administração Pública ; aceito ainda que as críticas venham de pessoas com conhecimento de causa, sem que se generalize a incompetência, o laxismo, o “deixa-andar” , os privilégios e quejandos. Porque é falso!
O meu falecido pai, em Moçambique, trabalhou na “nobre” Privada e, posteriormente, passou para a Função Pública. Onde terminou os seus dias. Se fosse vivo, receberia 320 euros de Reforma. A minha mãe, como viúva, recebe 50% dessa “excelente” reforma, recebe 160 euros por mês. Paga (pago) 800 euros mensais para estar num Lar de idosos, pois, infelizmente, não a posso ter em casa, dado que me seria necessário ter uma empregada a tempo inteiro, face à doença física e à degeneração mental que a acompanha. Não pode nunca estar sozinha.
Para poder ter uma pequena formação superior (Bacharelato), tive que ser eu a pagar, na medida em que a Faculdade ficava a 1200 Kms da cidade onde vivia e os meus pais…com voz embargada, depois de eu ter dispensado dos antigos “exames de aptidão à universidade”, me terem dito, a custo…que eu saberia que não lhes era possível pagarem-me os estudos. Era verdade, eu tinha consciência do “chorudo” vencimento do meu pai, na Função Pública. A minha mãe, sempre frágil e doente, era doméstica. Mas fui. “Esgravatei”, bati a muitas portas, mas arranjei empregos e completei a formação já referida. Sim, fui aquilo a que hoje se chama “trabalhador estudante”, mas esse estatuto, na altura, não existia.
Em 10 de Setembro de 1973 comecei a trabalhar, no liceu onde estudara, e até hoje nunca larguei o ensino. Significa que , em Setembro próximo, completarei 32 anos de serviço. Ininterrupto. Sou do Quadro de uma Escola, tenho a vida estabilizada, dois filhos casados e um que transitou agora para o 12º ano. Trabalhamos ambos, eu e a minha mulher, desde o casamento, que já leva décadas: eu sou funcionário público, ela é da privada! Conheço muito bem os dois sistemas, pois na família trabalham, praticamente todos, na Privada. E não vou entrar em comparações de vencimentos, pois não me assiste o direito de divulgar o que os outros ganham, as regalias que têm, os privilégios de que usufruem, as “benesses” que recebem, etc, etc, etc. Isto para desmascarar os detractores da Função Pública, que ressumam ódio…e revelam à saciedade a sua ignorância, a ausência de sustentabilidade nas acusações balofas, um azedume injustificável pelos “párias do Estado”. Mas reflictam: quando vão a uma consulta médica privada, alguém protesta com o atraso de horas na consulta?? Quando vão a um dentista privado, quem se atreve a protestar com o mau humor do estomatologista/odontologista ou cirurgião-dentita, ou os que mais há nesta actividade ?? Quem pede contas ao canalizador sobre a não passagem de recibo…nos ditos “biscates” a que todos, ou quase, recorrem ?? Quem critica aqui o absentismo dos “pequenos patrões” que se comprometem a fazer uma obra de empreitada em 4 meses e leva doze meses a concluí-la…porque o pedreiro não apareceu, o electricista foi com o filho ao médico, o ajudante não sei de quê teve que ir às Finanças, enfim, um rol interminável de incompetências, de justificações inventadas…para conseguirem fazer várias obras ao mesmo tempo e ganhar num mês o que, honestamente, se ganha num ano?? E na maior parte dos casos… com descaradas fugas ao fisco!! Quem critica os técnicos de electrónica, das empresas privadas, que se comprometem a reparar um aparelho de um dia para o outro e, passadas duas semanas, ainda nem lhe tocaram?? Quem critica o mau humor e a frequente falta de educação de tantos e tantas empregados/recepcionistas de empresas privadas, que, por serem da Privada…não são alvos de crítica?? Onde estão os livros de Reclamações, em imensas privadas…que, quando solicitados, nos dizem: “Neste momento não é possível, acabou ontem, estamos à espera que o patrão traga outro hoje ou amanhã”…. Bom, não vou exemplificar mais, pois, em todos os sectores de actividade, há queixas, há razões substantivas para se criticar, mas….como não é Função Pública, não vale a pena!! Os “malandros”, esses sim, estão todos no “Estado”. E, na verdade, alguns estão. Mas não todos.
Produtividade: mas a Função Pública existe para dar lucro?? Os hospitais existem para dar lucro?? As escolas existem para dar lucro?? Os tribunais existem para dar lucro?? As autarquias existem para dar lucro?? As Finanças existem para dar lucro?? O Serviço Público é tendencialmente barato, existe para servir todos os cidadãos do país, e , necessariamente, não tem que dar lucro! Sim, tem e deve ser mais funcional, mais eficiente. O que é diferente.
Empresas Públicas: não é o mesmo que Função Pública, mas a generalidade dos “empregados da privada” confunde. E dou o exemplo da Caixa Geral de Depósitos: todos os bancos portugueses juntos não tinham capacidade para comprar a CGD. Funciona, dá imenso lucro ao Estado. É uma “empresa”, tem que dar lucro!! Assim como a TAP deveria dar, e outras empresas públicas também, Não são Função Pública, são “empresas”.
Peso dos Funcionários: 700 mil funcionários é muito! Aceito, mas a culpa não reside nos funcionários, reside em quem os coloca!! Todos os governos, de todas as cores políticas, são altamente responsáveis pela “obesidade” da Administração Pública. Todos. Exemplo: em anos de eleições, verifique-se o “crescendo” de funcionários nos ministérios, nos Institutos Públicos e, particularmente, nas Autarquias, onde o voto é necessário para se vencer uma Câmara!! No entanto, e se atentarmos nos outros países europeus ( e não só), onde é que se vê despedimentos em massa na Função Pública?? É privilégio dos “funcionários públicos” de Portugal?? Estão enganados…pois mesmo dentro da União Europeia há Administrações Públicas mais pesadas que a nossa!! Documentem-se, antes de criticar o nosso “volume” descomunal….e indiquem (exemplifiquem)despedimentos colectivos em Funções Públicas estrangeiras!!
Peso no Orçamento, devido aos vencimentos: pois bem, há médicos e enfermeiros a mais nos hospitais públicos?? Há professores a mais nas escolas?? Há auxiliares a mais nas escolas?? Sabem como funciona uma escola?? Sabem quantas horas está uma escola aberta e que todos os auxiliares, administrativos, etc, têm nº de horas por semana?? Como gerir todos os espaços, se toda a gente exige a Biblioteca aberta, o Bar aberto, a Portaria vigiada, o PBX sempre com gente para os telefonemas incontáveis, a Papelaria aberta, a Reprografia aberta, enfim, tantos serviços que os alunos, professores e, particularmente, os Pais, querem abertos…ao mesmo tempo que querem a vigilância apertada por causa da segurança dos filhos?? Não pedem os pais, constantemente, aulas de apoio, ateliers, clubes, ocupação de “furos” dos filhos, e muito mais, e como se podem satisfazer tantas exigências, se há funcionários a mais?? Não se dão conta da incongruência das críticas?? Porque não vão os críticos aleivosos a Clínicas Privadas?? É caro?? Porque não colocam os filhos em escolas privadas?? É caro?? Mas é bom e… até dão lucro!! Exige-se níveis de excelência, gratuitamente, e depois protesta-se??
Claro que o peso do Estado é enorme, mas quantos licenciados e bacharéis não existem no Ensino?? Quantos licenciados não existem nos hospitais (entre médicos e enfermeiros)?? Quantos licenciados não existem nos tribunais?? E com tantos funcionários com formação superior, em serviços que custam pouco ao utente, como é possível dar lucro?? Mas vou ser redundante: vão aos serviços privados: pagam caro, e, em muitos casos, são mais mal servidos que na Função Pública. “Sol na Eira e Chuva no Nabal”… expliquem-me como o conseguem!! Eu não sei!!
Privilégios: primeiro gostaria de conhecer o conceito de privilégio dos “críticos acérrimos” dos funcionários!! Terem carro da empresa, telemóvel da empresa, seguros de vida e de doença da empresa (tudo isto extensível à família) ajudas de custo incomparavelmente superiores à Função Pública quando se deslocam, comparticipação nos estudos dos filhos nos estudos até os completarem …Bom, a Privada, em inúmeros casos que eu conheço, oferece tudo isso, e… igualmente em inúmeros casos a pessoas sem formação académica que o justifique!! Mas os “privilegiados” são, agora e sempre, os “malditos funcionários”!!
Muito mais teria para dizer, mas chover no molhado…não vale a pena!!
Mais do que um artigo…é um desabafo!!
Jaime Ventura Branco
http://quadraturadocirculo.blogs.sapo.pt/arquivo/700283.html
citação:Originalmente colocada por zerorpm
OS FPs, os operários fabris, os trabalhadores por conta de outrem, as empregadas domésticas são os grandes heróis deste País!
(...)
Não sei se eles acertaram nas contas, mas depois desta desta noticia:citação:Originalmente colocada por Pé Leve
"Funcionários Públicos são quase 740 mil
(...)
http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=331648
Será que não se enganaram nas contas ou, finalmente, agora é que acertaram?
(...)
citação:Executivo de Sócrates nomeou 2.148 pessoas
2006/02/17
O Governo liderado por José Sócrates nomeou em 11 meses, 2.148 pessoas, sendo o Ministério das Finanças o que mais pessoas empregou, seguido do ministério da Saúde, noticia hoje em manchete o Independente.
De acordo com o semanário, que consultou os Diários da República nesse período, o primeiro-ministro assinou 260 despachos conjuntos que, somando às suas próprias nomeações directas e às do conselho de ministros, perfazem 423 indigitações.
O jornal - que titula em capa «Chuva de Boys» - refere ainda que José Sócrates tem 15 secretárias pessoais, 18 assessores e 13 adjuntos no seu gabinete de primeiro-ministro.
Quanto aos ministérios, o das Finanças é o que mais pessoas admitiu, 312, seguido do da Saúde (309) e dos Negócios Estrangeiros (156). Em sentido oposto, o que menos nomeações realizou foi o Ministério dos Assuntos Parlamentares (15) e o da Defesa Nacional (52).
De acordo com o semanário «há nomes para todos os gostos e para todos os lugares: institutos, comissões, grupos e conselhos, direcções-gerais e chefias várias, empresas de capitais públicos ou participados pelo Estado, assessores adjuntos, secretárias, assistentes, auxiliares administrativos, consultores motoristas, governadores civis, gestores operacionais, coordenadores de unidades e representantes em órgãos internacionais, entre outros».
@ http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?div_id=291&id=648047
citação:Governo debaixo de fogo por causa de contratações na Administração Pública
21.08.2006 - 08h24 Ricardo Dias Felner
Todos os contratos individuais de trabalho celebrados com o Estado vão deixar de ter de ser publicados em Diário da República. A medida está a gerar uma onda de protestos por parte dos partidos da oposição, que acusam o Governo de falta de transparência e de querer esconder nomeações políticas.
Na base da polémica está uma "orientação técnica" do Ministério das Finanças, datada de 4 de Agosto e assinada pela directora-geral da Direcção-Geral da Administração Pública (DGAP), Teresa Nunes.
Na prática, ela significa que a grande maioria das entradas para a Administração Pública - nomeadamente para cargos de assessores do Governo e outros postos normalmente associados a contratações políticas - vai deixar de ser escrutinada pelos cidadãos.
No documento é explicitado que a medida teve a "concordância" do secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo. O Ministério das Finanças recusa, para já, fazer qualquer comentário sobre o assunto.
@ http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1267796
citação:Originalmente colocada por Nthor
Todos os contratos individuais de trabalho celebrados com o Estado vão deixar de ter de ser publicados em Diário da República. A medida está a gerar uma onda de protestos por parte dos partidos da oposição, que acusam o Governo de falta de transparência e de querer esconder nomeações políticas.
Na base da polémica está uma "orientação técnica" do Ministério das Finanças, datada de 4 de Agosto e assinada pela directora-geral da Direcção-Geral da Administração Pública (DGAP), Teresa Nunes.
Na prática, ela significa que a grande maioria das entradas para a Administração Pública - nomeadamente para cargos de assessores do Governo e outros postos normalmente associados a contratações políticas - vai deixar de ser escrutinada pelos cidadãos.
No documento é explicitado que a medida teve a "concordância" do secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo. O Ministério das Finanças recusa, para já, fazer qualquer comentário sobre o assunto.
@ http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1267796
Eu chamar-lhe-ía outra coisa, mas aqui não é próprio...citação:Originalmente colocada por zerorpm
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/692792.html
O Jornal que o JR gosta a falar mal dos liberalistas...
Um "preview": «Esta postura, de quem fala grosso, de quem tem a boca sempre cheia das palavras “roturas” ou “reformas”, pode ser que renda alguma popularidade junto de certas camadas populares, mas dificilmente vai levar a direita ao poder de novo. Ameaçar com despedimentos, ainda por cima com números tão elevados, que afectam centenas de milhares de pessoas e as suas famílias, não é “sexy”. Ninguém gosta de tipos que estão sempre a falar em coisas deprimentes, e é esse discurso que parece ter contaminado a direita. »
citação:Originalmente colocada por zerorpm
citação:Originalmente colocada por Nthor
citação:Todos os contratos individuais de trabalho celebrados com o Estado vão deixar de ter de ser publicados em Diário da República. A medida está a gerar uma onda de protestos por parte dos partidos da oposição, que acusam o Governo de falta de transparência e de querer esconder nomeações políticas.
Na base da polémica está uma "orientação técnica" do Ministério das Finanças, datada de 4 de Agosto e assinada pela directora-geral da Direcção-Geral da Administração Pública (DGAP), Teresa Nunes.
Na prática, ela significa que a grande maioria das entradas para a Administração Pública - nomeadamente para cargos de assessores do Governo e outros postos normalmente associados a contratações políticas</u> - vai deixar de ser escrutinada pelos cidadãos.
No documento é explicitado que a medida teve a "concordância" do secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo. O Ministério das Finanças recusa, para já, fazer qualquer comentário sobre o assunto.
@ http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1267796
E agora ficamos a saber que "Funcionários Públicos são quase 740 mil", resta saber quantos destes mil, foram nomeados pelo governo e, mais grave ainda, vão continuar a "comer à conta do mangas", depois de se tirarem pessoas de serviços onde fazem falta em nome de uma redução de efectivos mal explicada, mas com objectivos muito claros.
Esta notícia não está correcta. Os cargos de assessores do Governo e outros postos normalmente associados são feitos por nomeação.
Os CTR de trabalho são utilizados somente para assistentes administrativos e auxiliares e precedem de processo de selecção.
citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Eu chamar-lhe-ía outra coisa, mas aqui não é próprio...citação:Originalmente colocada por zerorpm
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/692792.html
Ameaçar com despedimentos, ainda por cima com números tão elevados, que afectam centenas de milhares de pessoas e as suas famílias, não é #8220;sexy#8221;. Ninguém gosta de tipos que estão sempre a falar em coisas deprimentes, e é esse discurso que parece ter contaminado a direita. »
Lanmento por ti mas o indice que foi falado a respeito do Chile a SECO por um FP significa pouco mais que NADA.citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Estudaste economia? Eu também, mas um de nós está um bocado esquecido e olha que não sou eu...[citação:Originalmente colocada por J.R.
...Não compliques.
Este indice limita-se a indicar-nos a desigualdade da distribuição de renda.
Só. Mais nada.
Meteste colherada...
Não nos dá nada do que se produz vs o que se recebe.
E se achaste que sim num primeiro momento... a lista ordenada dos países devia-te ter tocado o alarme[].
]
Vai lá rever o conceito de renda e depois conjuga-o com o índice![][
][
]
Os índices (...) não se "limitam" apenas a si próprios (mas como redutor de ideias de ti só podia...), mas a serem interpretados em conjugação com outros factores! A leitura economica é isso mesmo!...[8D]
ERRADO.citação:Mas não é disso sequer que se está a falar, mas sim num relatório cujas conclusões, apesar de serem uma (muito boa) interpretação de um jornalista, são fulminantes para tudo o que tu defendes em termos de identificação de problemas e das respectivas soluções para este país...![]()