O peso dos Funcionários Públicos

citação:Originalmente colocada por eu

citação:Originalmente colocada por DêCêIi
Se por um lado o aparelho Estado é um autêntico sorvedor de €€€ e recursos, por outro lado a iniciativa privada neste País é escassa, quase tudo à caça da mama que o Estado/UE tem para dar. E sempre a pedinchar e a chorar (maldito provérbio Tuga "Quem não chora, não mama").

Bem se viu o que se fizerem dos milhões que nos anos 80 e 90 chegaram a Portugal por parte dos empresários Portugueses...
Ora nem mais[^][^][^][^][^]

Afinal... temos dois monstros![:0]
Não[8D].
Temos UM que cria outros monstrinhos e impede o crescimento dos saudáveis. Sejam nacionais... sejam ESTRANGEIROS[:p];).
 
Se postarem menos no fórum aumentam a produtividade do País. Assim, só posso deduzir que o fórum é um dos factores de falta de produtivdade em Portugal.
 
Sobre alegações de privilégios

Apesar de ser um assunto recorrente e, eventualmente, enfadonho, não posso deixar de manifestar a minha repulsa pelos comentários grosseiros, sistemáticos e, frequentemente injustos, relativamente aos funcionários públicos, criticados por todos quantos não o são, mas que, provavelmente, já tentaram entrar para a Função Pública.
Sou professor há quase 32 anos, carregando três estigmas que gente menos bem formada, infelizmente muita, rotula pessoas na minha situação: 1º - sou “retornado” de Moçambique, donde parti em Agosto de 1976; 2º- sou funcionário público ; 3º- sou professor! Um mal nunca vem só…
Aceito sem rodeios que muitos serviços públicos são péssimos; aceito que existam funcionários a mais para as necessidades do país ; aceito que se critique, com maior ou menor contundência o que está, de facto, errado; aceito que sejam dadas sugestões que contribuam para melhorar a malfadada Administração Pública ; aceito ainda que as críticas venham de pessoas com conhecimento de causa, sem que se generalize a incompetência, o laxismo, o “deixa-andar” , os privilégios e quejandos. Porque é falso!
O meu falecido pai, em Moçambique, trabalhou na “nobre” Privada e, posteriormente, passou para a Função Pública. Onde terminou os seus dias. Se fosse vivo, receberia 320 euros de Reforma. A minha mãe, como viúva, recebe 50% dessa “excelente” reforma, recebe 160 euros por mês. Paga (pago) 800 euros mensais para estar num Lar de idosos, pois, infelizmente, não a posso ter em casa, dado que me seria necessário ter uma empregada a tempo inteiro, face à doença física e à degeneração mental que a acompanha. Não pode nunca estar sozinha.
Para poder ter uma pequena formação superior (Bacharelato), tive que ser eu a pagar, na medida em que a Faculdade ficava a 1200 Kms da cidade onde vivia e os meus pais…com voz embargada, depois de eu ter dispensado dos antigos “exames de aptidão à universidade”, me terem dito, a custo…que eu saberia que não lhes era possível pagarem-me os estudos. Era verdade, eu tinha consciência do “chorudo” vencimento do meu pai, na Função Pública. A minha mãe, sempre frágil e doente, era doméstica. Mas fui. “Esgravatei”, bati a muitas portas, mas arranjei empregos e completei a formação já referida. Sim, fui aquilo a que hoje se chama “trabalhador estudante”, mas esse estatuto, na altura, não existia.
Em 10 de Setembro de 1973 comecei a trabalhar, no liceu onde estudara, e até hoje nunca larguei o ensino. Significa que , em Setembro próximo, completarei 32 anos de serviço. Ininterrupto. Sou do Quadro de uma Escola, tenho a vida estabilizada, dois filhos casados e um que transitou agora para o 12º ano. Trabalhamos ambos, eu e a minha mulher, desde o casamento, que já leva décadas: eu sou funcionário público, ela é da privada! Conheço muito bem os dois sistemas, pois na família trabalham, praticamente todos, na Privada. E não vou entrar em comparações de vencimentos, pois não me assiste o direito de divulgar o que os outros ganham, as regalias que têm, os privilégios de que usufruem, as “benesses” que recebem, etc, etc, etc. Isto para desmascarar os detractores da Função Pública, que ressumam ódio…e revelam à saciedade a sua ignorância, a ausência de sustentabilidade nas acusações balofas, um azedume injustificável pelos “párias do Estado”. Mas reflictam: quando vão a uma consulta médica privada, alguém protesta com o atraso de horas na consulta?? Quando vão a um dentista privado, quem se atreve a protestar com o mau humor do estomatologista/odontologista ou cirurgião-dentita, ou os que mais há nesta actividade ?? Quem pede contas ao canalizador sobre a não passagem de recibo…nos ditos “biscates” a que todos, ou quase, recorrem ?? Quem critica aqui o absentismo dos “pequenos patrões” que se comprometem a fazer uma obra de empreitada em 4 meses e leva doze meses a concluí-la…porque o pedreiro não apareceu, o electricista foi com o filho ao médico, o ajudante não sei de quê teve que ir às Finanças, enfim, um rol interminável de incompetências, de justificações inventadas…para conseguirem fazer várias obras ao mesmo tempo e ganhar num mês o que, honestamente, se ganha num ano?? E na maior parte dos casos… com descaradas fugas ao fisco!! Quem critica os técnicos de electrónica, das empresas privadas, que se comprometem a reparar um aparelho de um dia para o outro e, passadas duas semanas, ainda nem lhe tocaram?? Quem critica o mau humor e a frequente falta de educação de tantos e tantas empregados/recepcionistas de empresas privadas, que, por serem da Privada…não são alvos de crítica?? Onde estão os livros de Reclamações, em imensas privadas…que, quando solicitados, nos dizem: “Neste momento não é possível, acabou ontem, estamos à espera que o patrão traga outro hoje ou amanhã”…. Bom, não vou exemplificar mais, pois, em todos os sectores de actividade, há queixas, há razões substantivas para se criticar, mas….como não é Função Pública, não vale a pena!! Os “malandros”, esses sim, estão todos no “Estado”. E, na verdade, alguns estão. Mas não todos.
Produtividade: mas a Função Pública existe para dar lucro?? Os hospitais existem para dar lucro?? As escolas existem para dar lucro?? Os tribunais existem para dar lucro?? As autarquias existem para dar lucro?? As Finanças existem para dar lucro?? O Serviço Público é tendencialmente barato, existe para servir todos os cidadãos do país, e , necessariamente, não tem que dar lucro! Sim, tem e deve ser mais funcional, mais eficiente. O que é diferente.
Empresas Públicas: não é o mesmo que Função Pública, mas a generalidade dos “empregados da privada” confunde. E dou o exemplo da Caixa Geral de Depósitos: todos os bancos portugueses juntos não tinham capacidade para comprar a CGD. Funciona, dá imenso lucro ao Estado. É uma “empresa”, tem que dar lucro!! Assim como a TAP deveria dar, e outras empresas públicas também, Não são Função Pública, são “empresas”.
Peso dos Funcionários: 700 mil funcionários é muito! Aceito, mas a culpa não reside nos funcionários, reside em quem os coloca!! Todos os governos, de todas as cores políticas, são altamente responsáveis pela “obesidade” da Administração Pública. Todos. Exemplo: em anos de eleições, verifique-se o “crescendo” de funcionários nos ministérios, nos Institutos Públicos e, particularmente, nas Autarquias, onde o voto é necessário para se vencer uma Câmara!! No entanto, e se atentarmos nos outros países europeus ( e não só), onde é que se vê despedimentos em massa na Função Pública?? É privilégio dos “funcionários públicos” de Portugal?? Estão enganados…pois mesmo dentro da União Europeia há Administrações Públicas mais pesadas que a nossa!! Documentem-se, antes de criticar o nosso “volume” descomunal….e indiquem (exemplifiquem)despedimentos colectivos em Funções Públicas estrangeiras!!
Peso no Orçamento, devido aos vencimentos: pois bem, há médicos e enfermeiros a mais nos hospitais públicos?? Há professores a mais nas escolas?? Há auxiliares a mais nas escolas?? Sabem como funciona uma escola?? Sabem quantas horas está uma escola aberta e que todos os auxiliares, administrativos, etc, têm nº de horas por semana?? Como gerir todos os espaços, se toda a gente exige a Biblioteca aberta, o Bar aberto, a Portaria vigiada, o PBX sempre com gente para os telefonemas incontáveis, a Papelaria aberta, a Reprografia aberta, enfim, tantos serviços que os alunos, professores e, particularmente, os Pais, querem abertos…ao mesmo tempo que querem a vigilância apertada por causa da segurança dos filhos?? Não pedem os pais, constantemente, aulas de apoio, ateliers, clubes, ocupação de “furos” dos filhos, e muito mais, e como se podem satisfazer tantas exigências, se há funcionários a mais?? Não se dão conta da incongruência das críticas?? Porque não vão os críticos aleivosos a Clínicas Privadas?? É caro?? Porque não colocam os filhos em escolas privadas?? É caro?? Mas é bom e… até dão lucro!! Exige-se níveis de excelência, gratuitamente, e depois protesta-se??
Claro que o peso do Estado é enorme, mas quantos licenciados e bacharéis não existem no Ensino?? Quantos licenciados não existem nos hospitais (entre médicos e enfermeiros)?? Quantos licenciados não existem nos tribunais?? E com tantos funcionários com formação superior, em serviços que custam pouco ao utente, como é possível dar lucro?? Mas vou ser redundante: vão aos serviços privados: pagam caro, e, em muitos casos, são mais mal servidos que na Função Pública. “Sol na Eira e Chuva no Nabal”… expliquem-me como o conseguem!! Eu não sei!!
Privilégios: primeiro gostaria de conhecer o conceito de privilégio dos “críticos acérrimos” dos funcionários!! Terem carro da empresa, telemóvel da empresa, seguros de vida e de doença da empresa (tudo isto extensível à família) ajudas de custo incomparavelmente superiores à Função Pública quando se deslocam, comparticipação nos estudos dos filhos nos estudos até os completarem …Bom, a Privada, em inúmeros casos que eu conheço, oferece tudo isso, e… igualmente em inúmeros casos a pessoas sem formação académica que o justifique!! Mas os “privilegiados” são, agora e sempre, os “malditos funcionários”!!
Muito mais teria para dizer, mas chover no molhado…não vale a pena!!
Mais do que um artigo…é um desabafo!!

Jaime Ventura Branco

http://quadraturadocirculo.blogs.sapo.pt/arquivo/700283.html
 
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Vamos lá rebater umas inverdades
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Do Statistics in Focus n.º 41/2004, produzido pelo departamento oficial de estatísticas da União Europeia, retira-se que a despesa
portuguesa com os salários e benefícios sociais dos funcionários
públicos é inferior à mesma despesa média dos restantes países da Zona
Euro.

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Outra publicação da Comissão Europeia, L"Emploi en Europe 2003,
permite comparar a percentagem dos empregados do Estado em relação à
totalidade dos empregados de cada país da Europa dos 12. E que vemos?
Que em média, nessa Europa, 25,6 por cento dos empregados são
empregados do Estado, enquanto em Portugal essa percentagem é de
apenas 18 por cento. Ou seja, a mais baixa dos 12 países, com excepção
da Espanha. As ricas Dinamarca e Suécia têm quase o dobro,
respectivamente 32 e 32,6 por cento. Se fosse directa a relação entre
o peso da administração pública e o défice, como estaria o défice
destes dois países?

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Um dos slogans mais usados é o do peso das despesas de saúde. A
insuspeita OCDE diz que na Europa dos 15 o gasto médio por habitante é
de 1458 ?. Em Portugal esse gasto é... 758 ?. Todos os restantes
países, com excepção da Grécia, gastam mais que nós. A França 2730 ?,
a Áustria 2139, a Irlanda 1688, a Finlândia 1539, a Dinamarca 1799,
etc.
 
citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris


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Vamos lá rebater umas inverdades
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Do Statistics in Focus n.º 41/2004, produzido pelo departamento oficial de estatísticas da União Europeia, retira-se que a despesa
portuguesa com os salários e benefícios sociais dos funcionários
públicos é inferior à mesma despesa média dos restantes países da Zona
Euro.
Em valor absoluto???
Claro.
Qual a novidade
citação:
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Outra publicação da Comissão Europeia, L"Emploi en Europe 2003,
permite comparar a percentagem dos empregados do Estado em relação à
totalidade dos empregados de cada país da Europa dos 12. E que vemos?
Que em média, nessa Europa, 25,6 por cento dos empregados são
empregados do Estado, enquanto em Portugal essa percentagem é de
apenas 18 por cento. Ou seja, a mais baixa dos 12 países, com excepção
da Espanha. As ricas Dinamarca e Suécia têm quase o dobro,
respectivamente 32 e 32,6 por cento. Se fosse directa a relação entre
o peso da administração pública e o défice, como estaria o défice
destes dois países?
Relação directa???
Para já a forma de contar diverge de país para país, mas é pouco significativa.
Depois todos os países referidos mais a Alemanha, UK, etc, menos a França e Bélgica têm vindo a reduzir os seus FP.
Pq????
São doidos????

citação:
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Um dos slogans mais usados é o do peso das despesas de saúde. A
insuspeita OCDE diz que na Europa dos 15 o gasto médio por habitante é
de 1458 ?. Em Portugal esse gasto é... 758 ?. Todos os restantes
países, com excepção da Grécia, gastam mais que nós. A França 2730 ?,
a Áustria 2139, a Irlanda 1688, a Finlândia 1539, a Dinamarca 1799,
etc.
Despesa Pública ou privada???
É que nos USA é das mais altas do mundo[:p]....


Então rebateste inverdades ou estamos a discutir se é penalty ou não????
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris

Mais do que um artigo…é um desabafo!!

Jaime Ventura Branco
É apenas isso.
Um desabafo pessoal.

Sim pelos vistos é só um desabafo mas cheio de conteúdo.

Devido ao facto de ser um "mero" desabafo, só tenho que o mesmo seja entendido como tal e não como um grito de alerta, pois parece que só não vê... quem não quer.

Mais, é mais facil afirmar que simplesmente é um desafabo quando deveria e poderia ser o contraditório, só que pelos vistos os argumentos escaeiam.
 
Este tópico está a passar por um momento psicadélico, num misto de ilusão e loucura colectiva :D

O Pé Leve, como já se sabe, sempre que choca com a realidade (neste caso a história espanhola recente e as políticas socio-económicas dos sucessivos governos) entra em pânico e desata num rol de irracionalidade imparável, numa espécie de choque anafilático ideológico.

O eu, continua a ignorar tudo o que lhe dá jeito. Por seu lado, continua com a disco estragado, acusando-me e ao J.R. de dizermos que o único problema deste país é o Estado, para rematar, qual sabichão que vê a luz quando mais ninguém a vê, que o problema não é só do Estado. Tudo para levar a sua capelinha avante e manter o discurso que é a favor de uma reforma do Estado e etc e tal, que é muito reformador e bla bla bla...tudo tretas. Tretas.

O zerorpm, transita entre um registo intencionalmente cómico da sua parte (utilizado nomeadamente quando não consegue responder aos problemas) e um lugar comum do discurso marxista que a FP não tem culpa nenhuma (e se a tiver um bocado, não é dos seus funcionários que são vítimas, sempre, sem excepção).

Depois, lá aparece o Nthor, que, às vezes, ainda consegue fugir à tentação de dizer que isto tudo é uma grande conspiração desses seres extra-terrestres, os políticos, que querem subjugar o povo pobre e humilde que se farta de trabalhar.

No fundo cada um defende a sua capelinha e esconde a sua culpinha.

Eu e o J.R. como somos reconhecidos empresários (toda a gente sabe...), dizemos mal da FP porque nos apetece. Enfim, como diz o zerorpm, é gente priviligiada, que não sabe o que faz ou diz. Só quando passarem fome e frio é que a opinião deles pode ser verdade. Aliás, como ele, que passa fome e é explorado constantemente, diga-se.

Acho que para estar em maior cossonância com o tópico e os intervenientes vou passar a agir como qualquer pessoa normal o faria:

-ora bem, os médicos ganham muito pouco e trabalham muito;
-enfim, são uns explorados;
-e o Estado agora diz-nos que vamos ter contratos individuais a termo indefinido, quando deviamos era, como seres superiores, poder ir para os quadros da FP;
-ou seja, trabalhar umas horitas no Hospital e depois ir laborar para o consultório o resto do dia;
-a culpa da falta de produtividade no SNS é exclusiva dos enfermeiros e admnistrativos, além dos auxiliares;
-acho uma estupidez que achem...uma estupidez...que as médias de acesso à faculdade são elevadas;
-não é preciso formar mais médicos depois de mim, isso só retira qualidade à saúde;
-ah amigos...eu acredito na saúde gratuita para todos (não me posso esquecer desta);
-...e em almoços grátis, já agora, preferencialmente, com as farmaceuticas.

(...)

Assim estaria, repito, em total harmonia com os intervenientes deste tópico, a defender minha capelinha.

O futuro passa por aqui [}:)] Tenho que me convencer disto :D

Tristes [:P] Tristes [:P]

A vossa atitude é...olhem...é aquilo que é...egoísta.
 
citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris

citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris

Mais do que um artigo…é um desabafo!!

Jaime Ventura Branco
É apenas isso.
Um desabafo pessoal.

Sim pelos vistos é só um desabafo mas cheio de conteúdo.
Cheio de emoções...
Vazio de objectividade
citação:
Devido ao facto de ser um "mero" desabafo, só tenho que o mesmo seja entendido como tal e não como um grito de alerta, pois parece que só não vê... quem não quer.
Grito de alerta????
Grito de rancor e ressentimento???
É indiferente o que é pq é só EMOÇÃO;)
citação:
Mais, é mais facil afirmar que simplesmente é um desafabo quando deveria e poderia ser o contraditório, só que pelos vistos os argumentos escaeiam.

Os argumentos podem ser referidos no teu post das 10:17:20.
Esse sim;).
Mas esse era pouco sanguinário como foi o da Helena Garrido e passou despercebido.
Reparaste????;):)

Do post do CLIO_thoris das 10:17:20.
A info tem um ano mas serve perfeitamente.
Tal com a de "Davos deste ano", não a opinião da incompetente jornalista[}:)].


Vantagens. Entre as principais vantagens competitivas de Portugal, o relatório aponta as baixas taxas de juros cobradas pelos bancos (11.º lugar), um dos critérios utilizados para avaliar o ambiente macroeconómico. Também positivos, agora ao nível das instituições públicas, são os índices relacionados com o combate ao crime organizado (7.ª posição), as irregularidades detectadas no pagamento de importações e exportações (11.º), a independência do poder judicial (15.º) e as irregularidades nos pagamentos das utilidades públicas. Nos elementos relativos à tecnologia e inovação, as principais virtudes estão no licenciamento de tecnologias estrangeiras (4.º), no sucesso governamental na promoção de tecnologias de informação e comunicação (13.º), na transferência de tecnologias (14.º), no número de telemóveis (14.º) e na importância concedida pelo Governo a estas áreas (16.º).

desvantagens. Mas nem tudo é positivo e a síntese do relatório do Fórum Económico Mundial sobre Portugal aponta mais desvantagens competitivas do que vantagens. Ao nível macroeconómico, o país é dos mais pessimistas sobre a evolução económica, classificando-se na 103.ª posição no índice de expectativa de recessão. Outros indicadores negativos são as taxas de poupança (94.º), a dívida pública (72.º), o défice do Estado (71.º), o desperdício público (58.º), o acesso ao crédito (51.º), a inflação (38.º) e o rating de crédito do país (22.º).

Nas instituições públicas, as desvantagens apontadas prendem-se com as irregularidades na cobrança de impostos (28.º), com os direitos de propriedade (25.º) e os favoritismos das decisões governamentais (22.º). Ao nível da tecnologia, o relatório enumera várias pechas na competitividade nacional. Com a baixa literacia tecnológica à cabeça (50.º), as principais fragilidades estão no baixo nível de assimilação de tecnologias (48.º), no número de computadores por habitante (43.º), nos gastos empresariais em pesquisa e desenvolvimento (42.º), no acesso à Internet nas escolas (39.º), no número global de utilizadores da Net (35.º), na qualidade da concorrência entre fornecedores de acesso à Internet (34.º) e outros.
 
Os liberalistas, com estas teorias, pretendem sim organizar um chamado "Milagre de Portugal", em alusão ao "Milagre do Chile", isto é um conjunto de reformas sob a ditadura do Carrapatoso. Só que em acontecimento inverso, vamos sair de uma democracia para passarmos a ditadura económica.

Os teorias liberais pensam que o sucesso advem da desregulamentação do mercado, das privatizações, da abolição o salário mínimo e dos sindicatos. Para os teorias liberais é bom existir grande taxa de desemprego.

Só que esquecem o reverso da medalha, o aumento da pobreza e dos desfavorecidos e, sobretudo, esquecem-se que o Chile tem grandes recursos minerais. E que a Irlanda teve o apoio dos EUA.

Ora, Portugal não tem nada...

Milton Friedman "my ASS"!
 
Mudando um pouco o rumo da discussão: todos nós sabemos que as modernas economias se baseiam cada vez mais na Ciência e na Tecnologia. Portugal, se quer ser competitivo tem que apostar claramente nestas áreas.

No entanto, os candidatos ao Ensino Superior fogem destas áreas como o diabo da Cruz! [8][8]

Por acaso viram o que aconteceu aos cursos de Engenharia na primeira fase de candidaturas?[:0][:0][:0]

Assim não vamos lá...

[|)]
 
citação:Originalmente colocada por J.R.
Em valor absoluto???
Claro.
Qual a novidade
Ou seja... se nós produzirmos o mesmo que a média Europeia, ficamos com a menor despesa pública (de longe) da União. [}:)]

Os números podem ser interpretados de formas bem diferentes[}:)]

Já dizia o outro: "cerca de metade dos Americanos têm uma formação académica abaixo da média"[}:)][}:)][}:)][}:)]
 
citação:Originalmente colocada por André
citação:
Este tópico está a passar por um momento psicadélico, num misto de ilusão e loucura colectiva :D

O Pé Leve, como já se sabe, sempre que choca com a realidade (neste caso a história espanhola recente e as políticas socio-económicas dos sucessivos governos) entra em pânico e desata num rol de irracionalidade imparável, numa espécie de choque anafilático ideológico.
...
Ora choque anafilático, choque anafilático, deixa ver... choque anafilático...Ah, já sei, é o relatório sobre competitividade do Fórum Económico Mundial...

:D:D:D

;)
 
citação:Originalmente colocada por André

O zerorpm, transita entre um registo intencionalmente cómico da sua parte (utilizado nomeadamente quando não consegue responder aos problemas) e um lugar comum do discurso marxista que a FP não tem culpa nenhuma (e se a tiver um bocado, não é dos seus funcionários que são vítimas, sempre, sem excepção).

Tenham lá pena de nós... Somos uns coitados, explorados...[^]
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

citação:Originalmente colocada por DêCêIi

Bem se viu o que se fizerem dos milhões que nos anos 80 e 90 chegaram a Portugal por parte dos empresários Portugueses...
Se tu soubesses quem andou a mamar esses milhões, até te passavas... :D [8D]
Eu não fui...

Mas foram todos os lá de cima, isso não tenho dúvidas... Empresários, Governo, Estado, o Putedo pago com esse dinheiro, os Putos da Casa Pia pago com esse dinheiro, enfim... todos menos eu, Povo!
 
citação:Originalmente colocada por zerorpm

Os liberalistas, com estas teorias, pretendem sim organizar um chamado "Milagre de Portugal", em alusão ao "Milagre do Chile", isto é um conjunto de reformas sob a ditadura do Carrapatoso. Só que em acontecimento inverso, vamos sair de uma democracia para passarmos a ditadura económica.

Os teorias liberais pensam que o sucesso advem da desregulamentação do mercado, das privatizações, da abolição o salário mínimo e dos sindicatos. Para os teorias liberais é bom existir grande taxa de desemprego.

Só que esquecem o reverso da medalha, o aumento da pobreza e dos desfavorecidos e, sobretudo, esquecem-se que o Chile tem grandes recursos minerais. E que a Irlanda teve o apoio dos EUA.

Ora, Portugal não tem nada...

Milton Friedman "my ASS"!
Ainda estamos na palhaçada???
Uns estão na palhaçada, outros CONTINUAM a confundir artigo de opinião com o relatório sobre competitividade do Fórum Económico Mundial.......

Boa[^][^]
 
citação:Originalmente colocada por zerorpm

E depois é ver o Coeficiente de Gini ir para >60 como no chile
Fixe.
O indice de GINI é muito importante[:p].

Basta ver as performances IGUAIS destes dois países:
Moçambique: 0,396
Portugal: 0,385


E a Etiópia dá-nos uma lição: Etiópia: 0,300

É muito bom.
Continua na palhaçada[^][^].
É mesmo para isso que a FP serve.
 
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