O peso dos Funcionários Públicos

citação:Originalmente colocada por eu

Mas o problema, Pé Leve, é que estas mudanças deviam ter começado há 15 anos atrás. Como estamos a "acordar tarde", a mudança terá que ser bem mais dolorosa...

E vai doer mais... aos do costume.
É mais dolorosa porque estão a obrigar o comboio a andar depressa demais do que devia só porque não partiu há 15, 20 anos atrás, como deveria ter partido!

Agora forçar o comboio a andar demasiado depressa pode fazê-lo descarrilar...
 
citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris

O problema é que não existam bons ou maus FP

Existem sim os que tem padrinho ( apadrinhados ) e os enteados

Logo os bons profissionais poderão, ou não, levar uma corrida em osso


...
Esta vai ser a realidade, infelizmente, mais do que já é, pois os ranhosos que entraram e se mantém em lugares a que nunca chegariam pela sua competência, provas prestadas, qualificação, ou qualidade, se não fosse o igualmente ranhoso senhor cunha, darão mais um salto para muito acima em demérito dos demais...

É para isso que as mudanças que estão a ser levadas a cabo vão servir!
 
citação:Originalmente colocada por André

O ministério da educação não precisa, definitivamente, de gente a mais.

Agora os números que vieram a lume esta semana mostram uma realidade que nos devia fazer pensar.

Basicamente existem 200.000 funcionários públicos só no ramo da educação.

120.000 professores. 80.000 para tudo o resto.

80.000 distribuídos por burocratas no ministério, e nomeadamente...os famosos auxiliares de acção educativa que se espalham pelas escolas qual praga imparável.

Isto é o Estado.

Isto é muita despesa e pouco resultado.

Mas o problema é precisamente esse, muitos FPs com baixas qualificações e perto da idade da reforma. FPs que o Estado quer manter mais meia dúzia de anos e evitar a reforma.
 
citação:Originalmente colocada por André

Aconselho que o eu leia isto para talvez</u>...inverter prioridades [:p]

Maus pagadores

Parece que o #8220;pagar tarde#8221; está enraizado na nossa forma de estar. É urgente mudar este paradigma cultural onde o único beneficiado é a banca.

Pedro Barata

Tivemos conhecimento na semana passada que o Estado se prepara para congelar os pagamentos às empresas de construção civil. Esta medida, embora abranja unicamente as empreitadas de vias rodoviárias, é ilustrativa da situação vergonhosa a que vimos assistindo nesta área há anos sem fim neste país.

O Estado Português é mau pagador, tendo dívidas em atraso com a grande maioria dos sectores da economia. Segundo um estudo recentemente elaborado pela #8220;Intrum Justitia#8221;, o prazo médio de pagamento do Estado ronda os 155 dias, o que ultrapassa largamente os 60 dias estabelecidos por uma directiva comunitária.

Estes atrasos fazem de Portugal o país da União Europeia com os mais longos prazos médios de pagamento e geram uma série de problemas gravíssimos.

O primeiro, decorre do facto de a grande maioria das organizações em Portugal ter o Estado como um dos seus principais clientes. Esta situação faz com que os atrasos nos pagamentos do Estado tenham um efeito tipo #8220;bola de neve#8221;</u>, repercutindo-se no alargamento dos prazos de pagamento em todos os sectores da economia.

O segundo, tem a ver com o facto de a grande maioria dessas organizações terem que enfrentar constantemente problemas de liquidez, pois têm que saldar as suas dívidas e fazer face aos seus compromissos, em prazos geralmente mais curtos do que aqueles em que recebem dos seus clientes. Esta falta de liquidez faz com que a maioria das organizações necessitem de recorrer à banca e/ou disponibilizar os fundos de tesouraria disponíveis para fazer face as esses atrasos. Ou seja: esses fundos que poderiam e deveriam estar disponíveis para outros fins, tais como investimentos, acabam por ser utilizados em actividades não produtivas.

O terceiro, tem a ver com a necessidade de as organizações incorporarem, nas suas margens comerciais, os custos financeiros decorrentes do recurso à banca, o que leva a que acabemos por ter de pagar um valor mais elevado pelos produtos e serviços que adquirimos a essas organizações. Um bom exemplo desta situação, são os atrasos de pagamento por parte do Estado à indústria farmacêutica e às farmácias, os quais chegam a ultrapassar um ano. Estes atrasos custam anualmente muitos milhões de euros, sendo suportados por todos nós contribuintes. É sobretudo lamentável o facto de os principais penalizados, com os custos daí decorrentes, serem na sua maioria idosos, reformados ou pensionistas, pois acabam por pagar os seus medicamentos mais caros.

Por último, não nos podemos esquecer do impacto que estes atrasos têm na produtividade das organizações. O esforço de cobrança no nosso país é muito superior ao registado nos restantes países das União Europeia. Por esse motivo, os departamentos de controlo de crédito em Portugal empregam normalmente mais gente que as suas congéneres europeias, o que se traduz em mais custos e, consequentemente, em menor competitividade das nossas organizações.

Perante isto, pergunto: será que ninguém se dá conta que esta situação, aliada ao mau funcionamento da justiça, está a prejudicar seriamente o nosso desenvolvimento económico?

Sr. primeiro-ministro: o exemplo deve e tem que vir de cima. O Estado não pode continuar a pagar as suas dívidas nos actuais prazos, argumentando falta de verbas, e por outro lado dar a entender que se encontram disponíveis milhões de euros para atribuir sob a forma de subsídios!

Desde criança que me recordo de ouvir dizer : #8220;pagar e morrer o mais tarde que puder ser#8221;. Parece que o #8220;pagar tarde#8221; está enraizado na nossa forma de estar. É urgente mudar este paradigma cultural onde o único beneficiado é a banca.

[:p] Ring ring...ring ring [:p]
Desculpa lá, amigo André, mas onde em que fotograma desta história entram os funcionários públicos?

O Estado é mau pagador? É, é típico deixar tudo para a última da hora e até se diz que "pagar e morrer quanto mais tarde melhor"!

É da nossa mentalidade como povo...
 
citação:Originalmente colocada por André

(...)A Espanha teve desemprego alto para chegar onde está actualmente.
Sabes bem que isso não foi assim, o alto desemprego Espanhol está relacionado com o desastre governativo do PS Espanhol, exactamente as mesmas politicas que se estão a aplicar agora cá.

O arranque da economia espanhola começou com a entrada na CEE e com o rentabilizar dos serviços do estado e por exemplo, na fiscalização da utilização dos fundos de coesão, que não se recorda da polémica das oliveiras de plastico, eles são tão manhosos como os tugas, só que cá ninguem controlou nada e muitos comeram do mesmo prato.


citação:Originalmente colocada por André

(...)Necessitou como qualquer economia de se liberalizar e de perder o emprego não produtivo e/ou insustentável.
Qql empresa que não invista 30 a 35% do seu lucro para se modernizar, está condenada a não ser produtiva.


citação:Originalmente colocada por André

Coisa que em Portugal não aconteceu porque o Estado andou a subsidiar industrias e empresas não competitivas em nome de Abril e a meter gente nos seus quadros não porque precisava mas porque a populaça assim o queria...
Não foi o estado que subsidiou as empresas em nome não sei do quê, o estado indicou que empresas deviam ser subsidiadas pelos fundos de coesão, frequentemente com criterios estranhos (quem não se recorda das polemicas em torno do finaciamentos dos partidos politicos da altura).
 
citação:Originalmente colocada por eu

Mas o problema, Pé Leve, é que estas mudanças deviam ter começado há 15 anos atrás. Como estamos a "acordar tarde", a mudança terá que ser bem mais dolorosa...

E vai doer mais... aos do costume.
Como já é habitual, mas desde que haja futebol...
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por eu

????? Não estarás a confundir empresas com... produtos? E mesmo em Produtos... importamos mais do que exportamos.
Ontem no Prós e Contras o sr. da Seur e o Hernani Lopes, salvo erro, disseram que existem mais empresas portuguesas em Espanha que o contrário.
600 a 400.
Mesmo que seja inverso, 400 a 600 (posso estar enganado), a dimensão Espanhola é +- 4 vezes maior pelo que continuaria a ser uma boa performance;).
Tens mesmo de voltar a ver a porra do programa ;).
 
citação:Originalmente colocada por CLIO_thoris

(...)

Quanto á maleita de fundo, tenho andado á procura e não encontro, um estudo efectuado pela união europeia á relativamente pouco tempo, em que o mesmo estudo aponta que o grande cancro da FP em Portugal, é o excesso de gestores, que de gestores nada tem

No estudo efectuado conseguimos ser os primeiros nos na quantidade de gestores e os primeiros na má qualidade dos mesmos

Isto sim quer dizer muito;)
Recordo qql coisa sobre isso, mas nem é preciso ir tão longe:

citação:Qualidade da governação em Portugal deteriora-se desde 2002
O Banco Mundial revelou que, de 2002 a 2005, a qualidade do 'governance' no nosso país tem vindo a piorar em quatro dos seis indicadores que compõem as medidas que avaliam o nível de Governo de uma nação, sendo a única melhoria a assinalar o aumento da estabilidade governativa.

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/economia/pt/desarrollo/689799.html
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por André

(...)A Espanha teve desemprego alto para chegar onde está actualmente.
citação:Sabes bem que isso não foi assim, o alto desemprego Espanhol está relacionado com o desastre governativo do PS Espanhol, exactamente as mesmas politicas que se estão a aplicar agora cá.
Exactamente, mas isto não serve por aqui...

A Espanha "meteu os pés" e chegou aos vergonhosos 24% de taxa de desemprego.

E "meteu os pés" porque apostou naquilo precisamente em que estamos, com toda a força, a começar a apostar! Na precarização dos vículos laborais (ainda vamos a tempo de arranjarmos os tais dez tipos de contratos...) e na instabilidade de produção e consumo que daí resulta...

Só depois de vermos a m**** que daí vai sair e que nos fará, finalmente, reflectir como deve ser, constataremos, como aconteceu em Espanha, que os contratos a temo certo (instabilidade, portanto...) provoca instabilidade nos ciclos produtivos (a mão de obra nunca é verdadeiramente conhecedora e especializada...) e se quisermos estabilizar a generalidade dos ciclos produtivos teremos de estabilizar a respectiva força de trabalho!

A economia faz-se de estabilidade, os bancos precisam dela, a balança comercial "sorve" estabilidade para consolidar o superávit necessário ao "Objectivo PIB", todo poderoso!

A estabilidade do todo passa pela estabilidade das partes! Quem não vir isto, bem... mal....[xx(]

citação:O arranque da economia espanhola começou com a entrada na CEE e com o rentabilizar dos serviços do estado e por exemplo, na fiscalização da utilização dos fundos de coesão, que não se recorda da polémica das oliveiras de plastico, eles são tão manhosos como os tugas, só que cá ninguem controlou nada e muitos comeram do mesmo prato...
Por cá roubou-se à descarada, começando nas UCP's e passando muito além dos fundos de coesão... Tudo serviu de desculpa para arrecadar...

Muita gente se governou e muita fortuna surgiu desde 74 até agora com "espertalhices" destas!...
 
citação:Originalmente colocada por André

O ministério da educação não precisa(...)
Nem o ministerio da saúde, o que está a dar é privatizar serviços do estado que dão dinheiro ou que geridos selvaticamente com objectivo de dar lucro a qql custo, o podem fazer.
 
[}:)]

(acho que é a forma mais simpática de comentar aldrabice/ignorância...desculpem lá... que estão aí a destilar)

Principalmente tu, Pé Leve...sinceramente [:P] Shame on you :D

Agora o Aznar, qual dom quixote socialista amigo do povo, salvou a Espanha de estar a meter os pés pelas mãos por causa da governação PSOE Gonzalez?

Ok...desculpem...[}:)]

[}:)][}:)]

Impressionante como as pessoas enfiam a cabeça na areia para não ver as coisas. Impressionante [:P]:D
 
citação:Originalmente colocada por André

[}:)]

(acho que é a forma mais simpática de comentar aldrabice/ignorância...desculpem lá... que estão aí a destilar)

Principalmente tu, Pé Leve...sinceramente [:P] Shame on you :D

Agora o Aznar, qual dom quixote socialista amigo do povo, salvou a Espanha de estar a meter os pés pelas mãos por causa da governação PSOE Gonzalez?

Ok...desculpem...[}:)]

[}:)][}:)]

Impressionante como as pessoas enfiam a cabeça na areia para não ver as coisas. Impressionante [:P]:D
Mas continuas a acreditar que a Espanha precisou de encaminhar a taxa de desemprego para aqueles níveis brutais para recuperar a economia?

Será que não vês que foi constatando o erro grosseiro em que estava a lavrar que levou a que inflectisse a sua linha de orientação?

Bem, meu caro, se não queres ver isso, bem, só posso respeitar a tua opinião (essa sim) "quixotesca" (para usar a tua imagem) de que só se nos jogarmos num poço podemos subir uma corda!...
 
Mas o Pé Leve, desculpa-me lá a sinceridade...

...mas estás a ser muito ignorante nesta questão.

Olhas para o percurso espanhol, invertes o que aconteceu em nome dos teus ideias, esqueces o que todos os economistas dizem, esqueces enfim o que te interessa e rematas numa conclusão ilógica de que a Espanha estava a ir pelo mau caminho, a meter os tais pais pelas tais mãos e que, subitamente, inverteu a situação (presumo que pelo aquele belo exemplo de esquerdista, o amigo Aznar), as políticas passaram a ser amigas do pessoal, sabe-se lá o porquê de antes não o serem, de repente, por milagre, começou a haver emprego e a Espanha começou a prosperar.

Abaixo Gonzalez, esse direitista, viva Aznar, que salvou o bom reino espanhol, porque foi amigo do povo.

Bem...agora vais dizer-me que as torres gémeas foram implodidas e que tudo não passa de uma grande conspiração, é? [:P]

Bolas...livra [}:)]
 
Meu caro amigo, cada qual acredita naquilo que é a sua análise dos factos conjugada com a sua vivência e experiência pessoal, formulando daí a sua opinião!

Presumo que nenhum de nós tenha vivido esses tempos, de amargura e desemprego, citados, em Espanha, pois não? OK...:)

Felizmente que não somos obrigados a ter a mesma opinião dos outros para termos contratos de trabalho vitalícios, por enquanto...[xx(]:D;)
 
citação:Originalmente colocada por André

Mas o Pé Leve, desculpa-me lá a sinceridade...

...mas estás a ser muito ignorante nesta questão.

Olhas para o percurso espanhol, invertes o que aconteceu em nome dos teus ideias, esqueces o que todos os economistas dizem, esqueces enfim o que te interessa e rematas numa conclusão ilógica de que a Espanha estava a ir pelo mau caminho, a meter os tais pais pelas tais mãos e que, subitamente, inverteu a situação (presumo que pelo aquele belo exemplo de esquerdista, o amigo Aznar), as políticas passaram a ser amigas do pessoal, sabe-se lá o porquê de antes não o serem, de repente, por milagre, começou a haver emprego e a Espanha começou a prosperar.

Abaixo Gonzalez, esse direitista, viva Aznar, que salvou o bom reino espanhol, porque foi amigo do povo.

Bem...agora vais dizer-me que as torres gémeas foram implodidas e que tudo não passa de uma grande conspiração, é? [:P]

Bolas...livra [}:)]
Mas quem esta a ser ignorante?

Acreditas mesmo que um país produz mais com 20% de desempregados de entre a sua população activa do que com menos desempregados?
 
Já viram o perfil dos "liberais"?

JR: Engenheiro petrolífero com ligações ao Brunei. Tendo grande conforto financeiro familiar que lhe permite falar de boca cheia... A situação de desempregados na família não passa pela sua família. Os filhos já têm emprego prometido na Galp.

André: O andré tem a vida facilitada devido ao facto de ser membro da Grand Loja Maçónica sub-21. Espera um dia passar para a Loja dos séniores. Só pelo facto de ser membro, obtém logo à partida 15 valores nos testes.


Carlos L: Herdeiro de uma das maiores fortunas da Europa, Yuppi e Playboy, adora despedir mordomos e empregadas internas. No despedimento afirma que é para aumentar a produtividade do país, esquivando-se ao pagamento das respectivas indemnizações.
 
Diário de Noticias...
http://dn.sapo.pt/2006/09/27/editorial/index.html

O relatório sobre competitividade do Fórum Económico Mundial é uma vergonha para os gestores e empresários portugueses e um elogio às instituições públicas. Portugal desceu do 31.º lugar para o 34.º entre 125 países fundamentalmente por causa do mau funcionamento das instituições privadas. Afinal, a fraca imagem do País deve-se em grande parte ao sector privado.

O pior indicador de Portugal é o que está relacionado com o baixo crescimento e os défices público e externo. A seguir, a mais baixa qualificação está na sofisticação dos negócios. Ou seja, fracos processos produtivos, problemas nas estratégias de marketing e dificuldade em delegar competências. Aquilo de que tanto se queixam os gestores, ou seja, os custos de contexto, que correspondem ao enquadramento em que se movem os negócios, e a qualidade das instituições têm afinal uma classificação melhor que o funcionamento das empresas e das entidades privadas em geral. Em termos globais, as instituições públicas têm, no ranking do Fórum com sede em Davos, melhor classificação que as privadas.

O défice público, um dos problemas do País que podem ser directamente atribuídos aos governos, está em vias de resolução. Se a reestruturação do Estado for conseguida, o sector privado passa a ser o grande problema do País, aquele que contribui também para o fraco crescimento e o défice externo.

A imagem que o relatório transmite de Portugal para todo o mundo em nada coincide com o discurso de gestores e alguns empresários que ouvimos no espaço público. Um dos exemplos mais recentes foi o do Compromisso Portugal. Mas muitos de nós colocamos frequentemente a questão: porque são as empresas estrangeiras em Portugal competitivas e as nacionais não o conseguem ser? A resposta, que é fundamental levar a sério, está neste relatório do Fórum.

Os gestores e empresários de Portugal têm urgentemente de olhar menos para o Estado e de tratar melhor dos seus negócios. Não será fácil. As fragilidades das instituições privadas reflectem a falta de formação em áreas hoje tão importantes como a economia e as finanças e uma atitude geral que se focaliza demasiado nos problemas e pouco nas soluções.

O grande contributo que o relatório de Davos pode dar é acabar com a conversa sobre o funcionamento das instituições públicas para começarmos a falar do verdadeiro problema do País, a falta de preparação de gestores e empresários. Só começando por enfrentar a realidade podemos iniciar as correcções. O Estado, afinal, é um falso problema.
 
citação:Originalmente colocada por zerorpm

Já viram o perfil dos "liberais"?

JR: Engenheiro petrolífero com ligações ao Brunei. Tendo grande conforto financeiro familiar que lhe permite falar de boca cheia... A situação de desempregados na família não passa pela sua família. Os filhos já têm emprego prometido na Galp.

André: O andré tem a vida facilitada devido ao facto de ser membro da Grand Loja Maçónica sub-21. Espera um dia passar para a Loja dos séniores. Só pelo facto de ser membro, obtém logo à partida 15 valores nos testes.


Carlos L: Herdeiro de uma das maiores fortunas da Europa, Yuppi e Playboy, adora despedir mordomos e empregadas internas. No despedimento afirma que é para aumentar a produtividade do país, esquivando-se ao pagamento das respectivas indemnizações.

[:0] :(

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