smi1e
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Em finais de Junho deste ano comprei um Sony-Ericsson na Pixmania, o modelo K750i. O telemóvel sempre funcionou na perfeição, só que certo dia lembrei-me de fazer uma actualização do software, já que por acaso me deparei com essa possibilidade através do site oficial. Fiz o download necessário, instalei o programa e segui as instruções. O problema é que já no fim dava erro e após 3 tentativas, achei por bem desinstalar o programa e voltar a instala-lo, para ver se conseguia finalizar a actualização. Foi a pior coisa que podia ter feito, pois o telemóvel já tinha “morrido”, não ligava e nem reconhecia o carregador da bateria e ao desinstalar o programa as drives foram a vida e já não havia forma do PC reconhecer o telemóvel quando ligado.
Recorri então a garantia, procurei pela representação aqui na ilha (Madeira) e levei-o, munido da factura e todos os outros acessórios dentro da caixa. Fizeram uma fotocopia da factura, ficaram-me com o telemóvel e o carregador e disseram-me que quando tivesse pronto telefonavam-me. Demoraria cerca de 1 à 2 semanas.
Passados 2-3 dias telefonam-me a dizer que o arranjo não poderia ser feito ao abrigo da garantia porque na factura não constava o IMEI e que o arranjo ficaria nos 60€. Teria q ser substituída uma peça relacionada com o teclado. Achei muito estranho e disse-lhe como é que o telemóvel tinha ficado daquela forma, pelo que achava que bastava fazer uma actualização ao software e achava um exagero tarem a mudar peças num telemóvel com tão pouco tempo e q nunca tinha sofrido qualquer impacto. O empregado da representação só me disse para não complicar as coisas, porque eles podiam alegar que não teria direito a garantia. Então decidi-me por avisar para não fazerem nada, porque iria arranjar a factura com o IMEI discriminado e depois faziam-me o arranjo para não ter que pagar nada. Afinal de contas tinha direito a garantia.
Enviei um e-mail a Pixmania e comprometerem-se a enviar-me uma segunda via do recibo que incluísse o IMEI. Só que este processo levou cerca de 3-4 dias e entretanto fui de férias durante uma semana ao Porto Santo, sem antes telefonar e avisar que entregaria a factura logo que chegasse.
A meio da minha semana de férias no Porto Santo, voltam-me a telefonar a perguntar pela factura e a avisar que o telemóvel tinha sido devolvido. Falei-lhe que me encontrava de férias e que tinha avisado, mas logo que chegasse entregava a factura. O senhor disse que não havia problemas apenas que iram ter que enviar novamente o telemóvel pró continente e pediu-me que entregasse então a factura 15 dias depois, já q ele estava a frente do meu caso e iria também de férias. Ainda perguntei se não havia a possibilidade de ser um colega a tomar conta do assunto mas fui desaconselhado.
Passadas então quase as duas semanas das férias do tal empregado que estava a frente do meu caso, levei a factura para que logo que chegasse a situação fosse resolvida. Ao 3º dia útil após a pessoa que estava a frente do caso ter recomeçado o trabalho (4ª feira passada), telefona-me logo de manhã a dizer que já andava desde 2ª feira (o dia que iniciou o trabalho) a me tentar contactar porque o telemóvel afinal quando veio do continente já tinha sido reparado, por se ter demorado muito tempo e que agora teria de pagar os 60 € do concerto. Na altura fiquei baralhado pois tinha acabado de acordar, mas mesmo assim disse-lhe que não tinha autorizado qualquer reparação e não deveria ter que pagar nada. Mas ele disse que a assistência, por achar que o valor era baixo resolveu arranjar o aparelho.
Ontem (6ª feira) depois de pensar bem neste processo inimaginável, telefonei novamente a representação daqui da Madeira, porque acho e com toda a razão que não tenho nada que pagar o arranjo. Telefonei para o nº de telemóvel que me costumavam contactar, mas desta vez a pessoa do outro lado não era aquela que esteve à frente do processo. Qualquer das formas perguntei-lhe se já tinham esclarecido os mal entendidos porque hoje (sábado, o único dia em que me posso deslocar as instalações dos representantes da marca da região) iria querer levantar o meu telemóvel. Quem quer q estivesse do outro lado reconheceu logo o caso e disse com a maior naturalidade que já o poderia levantar mas que teria que pagar o arranjo porque demorei muito tempo, ao que contra-argumentei que isso não fazia sentido, até porque me foi pedido para esperar 15 dias e nunca autorizei a reparação. Houve uma troca de palavras um bocado mais acessa, em que me defendi muito bem, já que para além de não ter autorizado o que quer que fosse ainda iria ter que pagar por um arranjo que já estava pronto há 3 semanas de que eles nem tinha conhecimento e que toda esta situação apenas se devia a uma falha de entendimento entre a representação local e a assistência. O homem sem saber mais o que dizer até porque não tem ponta que lhe pegue ao seu favor, saiu-se com esta jóia: “Mas eu é que sou o responsável pela marca e estas coisas não acontecem”. Fiz um esforço para não disparatar e não perder a minha total razão com uma ofensa, mas ameacei que no dia seguinte iria levantar o meu telemóvel e que era bom que não tivesse que pagar nada. O homem disse que se fosse lá hoje iria mesmo ter que pagar o arranjo, então exigi que esta situação fosse esclarecida. Ele disse que não me poderia garantir nada, mas que o telemóvel iria ter que voltar a assistência para a situação ser esclarecida e que me telefonava logo que chegasse.
É inacreditável uma situação destas, o que é certo é que já estou sem o telemóvel há um mês e vai demorar mais 1 à 2 semanas e ainda existe a possibilidade de ter que pagar. Sinto-me bastante revoltado e não queria que este caso morresse sem ter as devidas consequências, já que a marca merece uma melhor representação e não quero que mais ninguém passe pelo mesmo.
Agradeço a todos os que se dignaram a ler este testamento e que me relatassem o que fariam se tivessem na minha posição.
Recorri então a garantia, procurei pela representação aqui na ilha (Madeira) e levei-o, munido da factura e todos os outros acessórios dentro da caixa. Fizeram uma fotocopia da factura, ficaram-me com o telemóvel e o carregador e disseram-me que quando tivesse pronto telefonavam-me. Demoraria cerca de 1 à 2 semanas.
Passados 2-3 dias telefonam-me a dizer que o arranjo não poderia ser feito ao abrigo da garantia porque na factura não constava o IMEI e que o arranjo ficaria nos 60€. Teria q ser substituída uma peça relacionada com o teclado. Achei muito estranho e disse-lhe como é que o telemóvel tinha ficado daquela forma, pelo que achava que bastava fazer uma actualização ao software e achava um exagero tarem a mudar peças num telemóvel com tão pouco tempo e q nunca tinha sofrido qualquer impacto. O empregado da representação só me disse para não complicar as coisas, porque eles podiam alegar que não teria direito a garantia. Então decidi-me por avisar para não fazerem nada, porque iria arranjar a factura com o IMEI discriminado e depois faziam-me o arranjo para não ter que pagar nada. Afinal de contas tinha direito a garantia.
Enviei um e-mail a Pixmania e comprometerem-se a enviar-me uma segunda via do recibo que incluísse o IMEI. Só que este processo levou cerca de 3-4 dias e entretanto fui de férias durante uma semana ao Porto Santo, sem antes telefonar e avisar que entregaria a factura logo que chegasse.
A meio da minha semana de férias no Porto Santo, voltam-me a telefonar a perguntar pela factura e a avisar que o telemóvel tinha sido devolvido. Falei-lhe que me encontrava de férias e que tinha avisado, mas logo que chegasse entregava a factura. O senhor disse que não havia problemas apenas que iram ter que enviar novamente o telemóvel pró continente e pediu-me que entregasse então a factura 15 dias depois, já q ele estava a frente do meu caso e iria também de férias. Ainda perguntei se não havia a possibilidade de ser um colega a tomar conta do assunto mas fui desaconselhado.
Passadas então quase as duas semanas das férias do tal empregado que estava a frente do meu caso, levei a factura para que logo que chegasse a situação fosse resolvida. Ao 3º dia útil após a pessoa que estava a frente do caso ter recomeçado o trabalho (4ª feira passada), telefona-me logo de manhã a dizer que já andava desde 2ª feira (o dia que iniciou o trabalho) a me tentar contactar porque o telemóvel afinal quando veio do continente já tinha sido reparado, por se ter demorado muito tempo e que agora teria de pagar os 60 € do concerto. Na altura fiquei baralhado pois tinha acabado de acordar, mas mesmo assim disse-lhe que não tinha autorizado qualquer reparação e não deveria ter que pagar nada. Mas ele disse que a assistência, por achar que o valor era baixo resolveu arranjar o aparelho.
Ontem (6ª feira) depois de pensar bem neste processo inimaginável, telefonei novamente a representação daqui da Madeira, porque acho e com toda a razão que não tenho nada que pagar o arranjo. Telefonei para o nº de telemóvel que me costumavam contactar, mas desta vez a pessoa do outro lado não era aquela que esteve à frente do processo. Qualquer das formas perguntei-lhe se já tinham esclarecido os mal entendidos porque hoje (sábado, o único dia em que me posso deslocar as instalações dos representantes da marca da região) iria querer levantar o meu telemóvel. Quem quer q estivesse do outro lado reconheceu logo o caso e disse com a maior naturalidade que já o poderia levantar mas que teria que pagar o arranjo porque demorei muito tempo, ao que contra-argumentei que isso não fazia sentido, até porque me foi pedido para esperar 15 dias e nunca autorizei a reparação. Houve uma troca de palavras um bocado mais acessa, em que me defendi muito bem, já que para além de não ter autorizado o que quer que fosse ainda iria ter que pagar por um arranjo que já estava pronto há 3 semanas de que eles nem tinha conhecimento e que toda esta situação apenas se devia a uma falha de entendimento entre a representação local e a assistência. O homem sem saber mais o que dizer até porque não tem ponta que lhe pegue ao seu favor, saiu-se com esta jóia: “Mas eu é que sou o responsável pela marca e estas coisas não acontecem”. Fiz um esforço para não disparatar e não perder a minha total razão com uma ofensa, mas ameacei que no dia seguinte iria levantar o meu telemóvel e que era bom que não tivesse que pagar nada. O homem disse que se fosse lá hoje iria mesmo ter que pagar o arranjo, então exigi que esta situação fosse esclarecida. Ele disse que não me poderia garantir nada, mas que o telemóvel iria ter que voltar a assistência para a situação ser esclarecida e que me telefonava logo que chegasse.
É inacreditável uma situação destas, o que é certo é que já estou sem o telemóvel há um mês e vai demorar mais 1 à 2 semanas e ainda existe a possibilidade de ter que pagar. Sinto-me bastante revoltado e não queria que este caso morresse sem ter as devidas consequências, já que a marca merece uma melhor representação e não quero que mais ninguém passe pelo mesmo.
Agradeço a todos os que se dignaram a ler este testamento e que me relatassem o que fariam se tivessem na minha posição.